Lifelong Learning – Vivemos tempos de mudança de era

7 de abril de 2021
Autor: Redator CR BASSO - Categoria: Blog, Relações Humanas
Lifelong Learning - Vivemos tempos de mudança de era

“Não vivemos uma era de mudanças, mas sim uma mudança de era.” A frase do físico e escritor Chris Anderson é simples e muito completa. Ela acomoda um universo de conceitos complexos e inovadores que se encaixam como peças de um quebra-cabeças. Entre elas a Sociedade da Informação, a Revolução Industrial 4.0, o mundo VUCA(*) e o Lifelong Learning. Neste artigo vamos destacar uma delas que é comum a todas as outras.

Sabemos que todos temos o mesmo endereço (o mundo) e que a educação não é mais enciclopédica e imutável, mas sim dinâmica, coparticipativa. Sabemos também que o aprendizado é feito pela construção e desconstrução constante das centenas de milhares de informações coletadas em infinitas redes que se tocam e entrelaçam em nosso dia a dia.

Conhecimento é Poder

A frase de Francis Bacon, que viveu entre 1500 e 1600, é ainda muito atual. O que mudou é onde busco esse conhecimento, com que velocidade ele se altera e que uso eu faço dele. Aprender é cada vez mais importante e temos que aprender permanentemente ao logo da vida. Outra frase muito repetida é a que diz que “o que nos trouxe até aqui provavelmente não nos levará ao futuro”.

Lifelong Learning é um processo protagonista e inerente da sociedade da informação. Ele estrutura e suporta a Revolução Industrial 4.0 e permite que naveguemos neste universo V.U.C.A que vivemos.  Vai muito além da graduação tradicional e extrapola os limites acadêmicos pois não tem começo meio e fim, é um processo constante. Implica no aprimoramento de suas competências (hard e soft skills), no acompanhamento das inovações e de novos cenários.

O desafio para as empresas

Grande parte do meio acadêmico tradicional, tem falhado e muito, em apresentar opções, conhecimento e protagonismo para este universo VUCA. Trabalham em ciclos longos e definidos e tudo tem fim através da certificação de um diploma. Se o profissional quer avançar segue em pós, doutorados e pós-doutorados enquanto as mudanças no mundo seguem numa velocidade alucinante.

 O ambiente corporativo tem se mostrado mais atuante neste processo. Ao contratar um profissional, buscamos pela formação e sabemos que ela não termina no diploma. Sabemos que é preciso mais que uma exuberante formação, para conseguir otimizar processos, dominar as novas tecnologias, inovar e incrementar produtos e serviços para conseguir uma melhor posição de mercado buscando a satisfação dos clientes e reforço a marca. Precisamos acima de tudo de profissionais preocupados em se manter atualizados e inspirados na capacidade de criar soluções.

Educação Corporativa Continuada

Lifelong Learning tem que ser antes de tudo um mindset das empresas e de seus profissionais. Nos dias de hoje é quase uma exigência para o desenvolvimento e crescimento.  Boa parte delas já busca este caminho e percebe que as instituições tradicionais de ensino ainda estão muito aquém das necessidades. Educação não é a atividade fim de seu negócio, mas ele não pode seguir sem ela.

Existem centenas de possibilidades como chamar palestrantes, organizar cursos internos de curta duração, participação em congressos, cursos de extensão presenciais e em plataformas online.

A CR BASSO apresenta inclusive a possibilidade de customização dos cursos para a realidade específica de empresas dos mais variados ramos de atividade e serviços. Ajudamos profissionais de RH em busca de ações de aprendizagem para seu pessoal ou mesmo àqueles que por iniciativa própria o fazem. Nossas soluções em educação corporativa ocorrem em programas abertos e programas in company. Para acompanhar este mundo VUCA e seguindo uma tendência mundial desenvolvemos a modalidade de treinamentos online e 100% ao vivo.

Como sustentar a educação ao longo da vida

Lifelong Learning é o aprendizado constante e só é obtido com a percepção que o aprender precisa ser sustentar no conhecer, no atuar, no conviver e no ser.

Conhecer

Aprender não é repetir, decorar, reproduzir. Aprender é conhecer, questionar, desmontar e remontar, somar e combinar; é juntar com o que já sabia e criar mais perguntas do que respostas. É por a prova e observar sobre muitos pontos de vista diferentes.

– Atuar

Aqui os comportamentos são importantes. Partindo do que conheceu existe a obrigatoriedade de trazer este conhecimento para a realidade de suas vidas e de sua equipe. Para isso, comunicação é fundamental.

Conviver

Se adaptar ao novo é um desafio assim como ter a capacidade de entender o grupo e ajudar a encaminhar a solução de problemas através da empatia e estabelecendo vínculos sociais. Tudo isto nos leva finalmente ao SER.

Aprender a Ser

Usar o aprendido de forma ativa criando autonomia e eficiência. Manter o senso crítico para ampliar e melhorar o que foi aprendido gerando novos conhecimentos. Evoluir o que recebeu e compartilhar para que mais fontes, mais informações alimentem a cadeia que segue numa vida inteira.

O caminho pessoal e o caminho corporativo

Os benefícios parecem óbvios para pessoas e empresas, mas citá-los realçam os desafios.

Para o profissional fica claro que ele tem que ser o protagonista do aprendizado (nada acontece por mágica ele é o maior responsável). O mindset é o do crescimento constante e a mente totalmente aberta ao novo (sem perder o senso crítico). Importantíssimo é manter a humildade de que existem muito mais coisas que não sei do que as que sei.

Para as empresas, Lifelong Learning não é despesa, mas sim investimento. Prepara todos a perceber, entender, assimilar e adaptar às mudanças e aos possíveis cenários que impactam nossa vida, nossos negócios e o mundo. Implica em resiliência, adaptabilidade, sobrevivência, crescimento, liderança, maior rentabilidade e principalmente a plasticidade necessária para navegar neste mundo VUCA para que ele não se torne BANI.

(*) O termo VUCA nasceu do acrônimo das palavras em inglês Volatility, Uncertainty, Complexity e Ambiguity (em português: volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, respectivamente). O conceito foi empregado pelo U.S Army War College na década de 90 para explicar o mundo no cenário pós-Guerra Fria.


Autor: Redator CR BASSO - Categoria: Blog, Relações Humanas

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