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Liderança Situacional: Você já aplica esse Conceito?

LIDERANÇA SITUACIONAL

Existem diversos estilos de liderança que um líder pode utilizar para ter melhores resultados com e através da sua equipe. Neste artigo vamos falar sobre a Liderança Situacional. Nesse estilo, o Líder adapta a sua forma de liderar para se adequar ao ambiente, as situações de trabalho e principalmente às necessidades dos liderados e do negócio.

Como se pode notar, há várias teorias sobre os estilos de liderança. A finalidade desses estudos é compreender a relação do líder com seus liderados e observar de que maneira o líder orienta sua conduta e seu estilo de liderança. Tem a finalidade também de expor as características e personalidades dos diferentes estilos. Confira o que será abordado nesse post:

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Comunicação Não Violenta: Noções Básicas

Comunicação Não Violenta: Noções Básicas

Ultimamente, muito tem se falado em Comunicação Não Violenta (CNV). Mas você sabe qual é o significado que está por trás desse conceito?

Como o próprio nome indica, a Comunicação Não Violenta é uma maneira de expressão que prioriza o fortalecimento de vínculos e laços.

Segundo Marshall Rosenberg a Comunicação Não Violenta (CNV) nos ajuda a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros. Nossas palavras, em vez de serem reações repetitivas e automáticas, tornam-se respostas conscientes, firmemente baseadas na consciência do que estamos percebendo, sentindo e desejando. Somos levados a nos expressar com honestidade e clareza, ao mesmo tempo que damos aos outros uma atenção respeitosa e empática.

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Os 5 Melhores Livros para Formação de Líderes de Sucesso!

os 5 melhores livros para formação de líderes de sucesso

Confira os maiores ensinamentos sobre liderança da atualidade e aprenda a aperfeiçoar as habilidades que caracterizam um líder de excelência.

Como se tornar um líder de sucesso? Inúmeros profissionais buscam persistentemente encontrar a resposta para esta pergunta, visto que a liderança eficaz impacta positivamente no desempenho, comportamento e produtividade dos subordinados.

O bom líder é aquele que consegue resultados excepcionais para a organização, através da performance, crescimento e desenvolvimento dos pontos fortes de sua equipe.

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Assertividade no Ambiente de Trabalho

Assertividade no ambiente de trabalho

Você tem dificuldade para dizer não? Em situações polêmicas, você costuma ficar quieto ou concordar para não arrumar confusão? Você já teve dificuldades em expressar o que pensa e sente em uma reunião?

Quando conseguimos expressar nossos sentimentos, pensamentos e vontades sem agredir o outro, estamos ocupando o nosso espaço sem invadir o espaço do outro, ou seja, estamos adotando uma postura assertiva.

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Por que o Employee Experience é importante para a sua empresa

A lealdade dos consumidores é o desejo de 10 entre 10 marcas. Portanto, elas desenvolvem inúmeras ações pra que isso se efetive no dia a dia. E quando falamos dos colaboradores destas organizações? Tão importante quanto, o employee experience ou simplesmente experiência do funcionário com a empresa, tem papel importante e impacta diretamente os negócios e seus resultados.

Mas o que é employee experience?

O conceito que tem ganhado cada vez mais espaço nas empresas significa dar prioridade aos colaboradores nas decisões estratégicas e táticas da gestão de recursos humanos. O objetivo é promover ações que tenham como propósito o desenvolvimento e a felicidade dos funcionários.

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5 Dicas de como vencer a procrastinação

O ditado “não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje” faz muito sentido para quem quer vencer a procrastinação. Estudos apontam que grande parte da população já procrastinou um dia e que 20% dos adultos são procrastinadores crônicos.

Um a cada cinco indivíduos costumam adiar tarefas, compromissos ou atividades, relativos ao trabalho ou aos estudos, para outro dia. Ou simplesmente deixar para depois. Isso acontece, principalmente, quando acabamos nos ocupando com outras coisas, que nos distraem mais. E que não têm um sentido de obrigação.

Quantas vezes você jurou que na segunda-feira iria começar a fazer caminhadas ou frequentar a academia? Mas no dia D acabou arrumando algum empecilho para não seguir em frente.

E aquele livro que já faz um ano que comprou? Ficou na mesa de estudos. Você olha e fala: “amanhã começo”. O médico solicitou vários exames para você fazer. Todos os pedidos foram colocados na pasta, o tempo está passando e a validade vai vencer.

Você está com três encomendas de trabalho, combinou uma data para entregá-las ao cliente, mas acabou gastando seu tempo com outras coisas menos importantes. Esses são alguns exemplos simples de procrastinação. Confira o que será abordado neste artigo:

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Saiba o que é a escuta ativa e como desenvolvê-la

A Escuta Ativa é um dos grandes trunfos para fortalecer o relacionamento entre as pessoas, tanto no âmbito pessoal, quanto no profissional. Mas o que parece simples e descomplicado, muitas vezes, se mostra complexo, exigindo de todos um esforço para que a comunicação seja eficaz. Escuta Ativa é escutar além do que é dito. Você acha isso fácil?

Para que a Escuta Ativa se efetive, é preciso saber ouvir, absorver e compreender o que o outro fala. Cabe ao ouvinte extrair informações que não estão sendo explicitamente ditas, fazendo perguntas oportunas, relacionadas ao tema em questão.

Quando alguém tem disposição para conversar com o outro, por intermédio da Escuta Ativa, está exercitando a generosidade. E isso é incrível, afinal, o ser humano gosta de ser ouvido de forma genuína.

A Escuta Ativa faz com que quem está falando se sinta como o centro das atenções, trazendo uma sensação de bem-estar para ambos os lados. Nesses momentos, evita-se qualquer julgamento sobre o interlocutor. Há, por outro lado, alguns obstáculos a serem superados, como a falta de concentração e o excesso de informação tão presente nos dias atuais. Confira o que será abordado nesse post:

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Principais estilos de liderança e suas consequências na organização

Principais Estilos de Liderança

Existem várias teorias sobre os estilos de liderança. A finalidade desses estudos é compreender a relação do líder com seus liderados e observar de que maneira o líder orienta sua conduta e seu estilo de liderança. Tem a finalidade também de expor as características e personalidades dos estilos de liderança. Bernard Bass (2007) argumenta que “desde sua infância, o estudo da história tem sido o estudo dos líderes – o quê e por que eles fizeram o que fizeram”.

Houve tempos em que se acreditava que um líder já nascia líder; hoje em dia, está mais que comprovado que isso não acontece, pois não há uma relação direta entre um traço de personalidade e o ser líder.

A forma como cada profissional lidera seu grupo, tem um impacto direto na geração de resultados pelo maior ou menor engajamento dos seus membros, pelo clima motivado para a ação, pela inovação e produtividade gerada na unidade sob sua responsabilidade. Ficou interessado em conhecer um pouco mais sobre os vários estilos de liderança e suas consequências na organização? Confira os tópicos que vamos abordar neste artigo!

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Treinamentos online ao vivo em Estúdio Profissional. Vale a pena?

Treinamentos online ao vivo em Estúdio Profissional. Vale a pena?

Todos querem sobreviver e crescer. Esse momento V.U.C.A. obriga o mundo a diminuir incertezas e fazer das ambiguidades novas oportunidades de negócios. Para uma empresa preparada, o futuro é tangível e previsível através da análise de cenários e de tendências. A chegada da pandemia pode ter mudado o mundo, mas não acabou com ele. Pelo contrário, apressou o uso e aprimorou ferramentas e tecnologias que já existiam para facilitar o trabalho coletivo e a distância, educação e treinamento online e ao vivo, a co-criação e muitas outras.

Neste artigo vamos escancarar o que já vinha mudando no mundo e desmistificar que a Covid 19 provocou tudo isso. Partimos do conceito da “Sociedade da Informação” que surge a partir dos anos 70 com a explosão de tecnologias de telecomunicações e informática na década de 70. Nos anos 90 através dos avanços da web e do uso cada vez maior das informações que passaram a ser coletadas e armazenadas, o termo foi alterado para “Sociedade do Conhecimento”. Tudo passou a estar disponível para todos e o tempo todo. Confira o que será abordado nesse post:

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Compliance gera resultados e benefícios para a organização?

Compliance gera resultados e benefícios para a organização

INTRODUÇÃO

Embora alguns Executivos e Gestores vejam Compliance como um conjunto de atividades em que se investe tempo e dinheiro, mas que gera pouco resultado, um relatório de pesquisa feita pelo Ponemon Institute LLC nos EUA em 2017, em 46 empresas multinacionais e 160 executivos, mostrou que os problemas de não ter um programa de Compliance custam quase três vezes mais do que fazê-lo corretamente desde o início, gerando economias e benefícios no longo prazo.

Compliance é uma expressão de origem inglesa, que advém do termo “to comply with”, ou seja, agir de acordo ou estar conforme com. Significa, portanto, agir em conformidade com alguma norma, lei, procedimento, política interna ou externa.

De acordo com informação disponível no portal da ACFE – Associação dos Examinadores de Fraude Certificados em 2016, as organizações que não possuem e não monitoram controles contra fraudes, sofrem o dobro de perdas em relação às que implantaram um programa de Compliance.

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Lifelong Learning – Vivemos tempos de mudança de era

Lifelong Learning - Vivemos tempos de mudança de era

“Não vivemos uma era de mudanças, mas sim uma mudança de era.” A frase do físico e escritor Chris Anderson é simples e muito completa. Ela acomoda um universo de conceitos complexos e inovadores que se encaixam como peças de um quebra-cabeças. Entre elas a Sociedade da Informação, a Revolução Industrial 4.0, o mundo VUCA(*) e o Lifelong Learning. Neste artigo vamos destacar uma delas que é comum a todas as outras.

Sabemos que todos temos o mesmo endereço (o mundo) e que a educação não é mais enciclopédica e imutável, mas sim dinâmica, coparticipativa. Sabemos também que o aprendizado é feito pela construção e desconstrução constante das centenas de milhares de informações coletadas em infinitas redes que se tocam e entrelaçam em nosso dia a dia. Confira o que será abordado nesse post:

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Produtividade no Trabalho – Isso te incomoda?

Produtividade no trabalho

O tema produtividade vem sempre à tona quando se pretende obter mais resultados em relação aos recursos empregados que podem ser de diferentes naturezas. Como exemplo, podemos citar a tecnologia empregada, a infraestrutura, o processo, o recurso humano, o uso do tempo, o uso de informações entre outros. Produtividade no trabalho pode ser tratada do ponto de vista de determinado país, de uma empresa ou do trabalhador.

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OKR – Uma poderosa ferramenta de gestão

OKR -- Uma poderosa ferramenta de gestão

A humanidade vai sempre tentar resolver as coisas da maneira mais simples. Se tiver solução em “comprimidos dose única” melhor ainda. Universalidade e simplicidade são coisas que buscamos. Graças a alguns gênios, que se perderam na história, temos soluções simples, universais e reconhecidas por todos como grandes descobertas, ferramentas ou realizações.

Vou citar apenas o botão, o clip de papel e o guarda-chuva.

Apenas 3 exemplos simples, universais e cotidianos como estas 3 letras – OKR.

Traduzindo – O de Objetivos e KR de Resultados Chaves (Key Results).

Tenha a certeza de que existe algo que faz a gestão de maneira simples e eficiente, acompanhando resultados tanto numa empresa global, como numa ONG ou até mesmo na sua família. Confira o que será abordado nesse post:

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Liderança Ambidestra – é arte, planejamento e desenvolvimento

Liderança Ambidestra

Liderança Ambidestra, neste momento que vivemos, para uma plateia mais desatenta, pode parecer coisa de circo. Afinal, o hoje na vida das empresas e nos mercados é tão desafiador como ver um equilibrista de pratos. Gente sempre atenta e fazendo muita força o tempo todo para não deixar nada cair. Um espetáculo cheio de emoções, suspense e com sucesso garantido.

Espetáculo à parte, esta analogia traz alguma verdade se você percebe que o artista na verdade é um líder. Um profissional capaz de usar ambas as mãos – no sentido figurativo – em equilíbrio e harmonia. Ele tem que acompanhar a empresa, fazer tudo aquilo que um bom gestor faz e ao mesmo tempo colocar novos pratos no ar…  ou seja, inovar.

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Comunicação assertiva: a arte de se relacionar com sucesso

Comunicação assertiva: a arte de se relacionar com sucesso

Em um mercado cada vez mais preocupado com as habilidades socioemocionais, a comunicação assertiva é uma das competências mais demandadas e que contribui para um ambiente mais empático e harmônico.

Dentro das organizações, a habilidade de se comunicar bem é uma competência muito demandada, independente da área de atuação. E a forma como um profissional se expressa pode trazer bons resultados a nível pessoal e para a organização. Dentre as diversas maneiras existentes de interagir com os outros, a comunicação assertiva traz uma abordagem mais empática e respeitosa para as relações de trabalho, sem perder a efetividade. Confira o que será abordado nesse post:

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Cursos ONLINE e 100% ao VIVO e o distanciamento social

Cursos Online ao Vivo e o Distanciamento Social

É fato que a PANDEMIA que assola nosso país desde março de 2020, trouxe consigo a necessidade de refletirmos sobre novas atitudes de autoproteção e proteção às pessoas próximas. Distanciamento social, uso de máscaras, álcool gel, limpeza frequente dos ambientes entre outros cuidados. Fica evidente também, e agora mais do que nunca, que com a proximidade da retomada das atividades, a necessidade de as empresas valorizarem seu capital humano, investindo em ações de capacitação pois eles representam o recurso mais valioso da organização.

Este novo momento está exigindo novas formas de relacionamento e comunicação com o uso intensivo dos meios digitais, o exercício da liderança remota, a condução de reuniões a distância, o melhor gerenciamento do tempo, a gestão mais apurada do negócio, se adaptar às novas exigências no atendimento a clientes, maior frequência no acompanhamento de desempenho e cobrança de resultados e maior qualidade nas trocas de feedbacks entre outras atividades. Confira o que será abordado nesse post:

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Checklist: Como gerar empatia no trabalho

O tema empatia não é novo, mas vem se mostrando cada vez mais importante no ambiente corporativo. Por isso, criamos um checklist com algumas dicas para você entender como gerar empatia no trabalho. Confira!

O aperfeiçoamento das relações humanas no dia a dia do trabalho é fundamental, afinal, a pressão por resultados é grande, as cobranças vêm de todos os lados, o tempo é escasso e o dia parece sempre mais curto do que precisamos. Além disso, o celular grita por atenção, a interação presencial é cada vez mais rara e os níveis de estresse e frustrações são altos.

Neste cenário, é preciso ter habilidade para se adequar à cultura da empresa, entender seus próprios desafios, os dos seus líderes e de sua equipe. Quem age assim constrói um ambiente mais positivo e desafiador para todos.

Para entender melhor o conceito da empatia, imagine a seguinte situação: você calça número 43, seu funcionário 38, agora pense em você andando a pé por um caminho tortuoso usando o par de sapatos dele. A sensação certamente não será das melhores, não é mesmo? Confira o que será abordado nesse post:

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Impactos do Mau Atendimento ao Cliente x Reputação das Marcas

Impactos do Mau Atendimento ao Cliente x Reputação das Marcas

Ter clientes satisfeitos é essencial para qualquer empresa, como dizia Sam Walton (Fundador do Walmart), “existe apenas um chefe, o cliente. E ele pode demitir todos na empresa, desde o presidente, simplesmente gastando o dinheiro em outro lugar. ” Essa frase resume muito bem a importância de atender bem os clientes.

Sim, sabemos que errar é humano e que nem sempre conseguiremos superar as expectativas dos clientes, porém, isso não deve servir de desculpas. É preciso ter foco, se manter atento e cuidar para que todos os pontos de contato da marca, tenham a mesma comunicação. Confira o que será abordado nesse post:

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7 passos simples para aumentar a satisfação dos clientes

7 Passos simples para aumentar a satisfação do cliente

Com o passar dos anos e as mudanças constantes no comportamento do consumidor, a seguinte afirmação vem se tornando cada vez mais real:

“Se os seus clientes não estiverem satisfeitos, seu negócio falhará”.

Os dados comprovam isso. De acordo com o relatório Customer Success Feeds Business Success feito pelo Hubspot, as empresas que mostram crescimento nas receitas estão mais propensas a investir na satisfação dos clientes do que as que estão estagnadas ou em declínio. É interessante pontuar também que clientes satisfeitos podem ser seus melhores vendedores; a mesma pesquisa mostra que 77% dos entrevistados compartilharam ao menos uma experiência de atendimento positivo no último ano.

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Reuniões Produtivas: 7 dicas para ter mais eficiência

Reuniões Produtivas

Quando o assunto é reunião, muitas pessoas já ficam com um pé atrás, e sabe por que isso acontece? Alguns profissionais banalizaram o termo “reunião”, e o que temos na cabeça, hoje, é que a maioria das reuniões não tem valor, não servem para nada — só para perder tempo.

E será que isso realmente é verdade? As reuniões não servem para nada? Uma coisa temos certeza, quando falamos em reuniões produtivas, o foco não são assuntos aleatórios, mas sim a resolução de problemas e decisões sobre questões importantes.

Se você está cansado de participar de reuniões sem pauta, com duração excessiva, sem convocação com antecedência e inconclusivas, esse conteúdo é ideal para você. Nele apresentamos 7 dicas para ter reuniões produtivas e eficientes.

Que tal? Gostou da ideia? Confira o que será abordado nesse post:

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Administração do Tempo: Como Ser Mais Produtivo

Seja individualmente ou em equipe, sua produtividade está diretamente ligada à gestão do tempo.

Parece loucura, mas com a administração do tempo você pode trabalhar menos e ser mais produtivo, e por isso separamos algumas ferramentas que vão te ajudar com isso, vamos lá! Confira o que será abordado nesse post:

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Retenção de talentos: porque é importante para sua empresa?

Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, contar com profissionais extremamente capacitados e engajados com valores e objetivos da empresa não é tarefa fácil. A retenção de talentos pode significar um grande diferencial para a empresa. Mas para isso é necessário oferecer bem mais do que bons salários.

Muito mais que um salário atraente e um bom plano de benefícios, profissionais de talento buscam qualidade de vida. Para estes profissionais, uma proposta de emprego é avaliada levando em conta o clima organizacional, os valores da empresa e a possibilidade de crescimento profissional.

Gestores precisam estar atentos para que a empresa se torne atraente para estes profissionais, criando neles o engajamento com os objetivos da companhia e, ao mesmo tempo, permitindo a percepção de que ela se preocupa com os objetivos, valores e expectativas de seus funcionários.

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Palestras corporativas: Afinal, por que são importantes?

Hoje já se sabe que o desenvolvimento profissional tem o mesmo peso entre várias prioridades, tanto para as empresas, quanto para os colaboradores. Neste contexto, as palestras corporativas ganham um espaço fundamental porque trazem benefícios para todos os lados.

Não é para menos que ter colaboradores sempre motivados e com força de vontade para vencer na empresa é o sonho de empresários, empreendedores, líderes, gerentes, gestores, supervisores… Enfim de todos os profissionais que têm equipes. Confira o que será abordado nesse post:

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13 Dicas valiosas para um feedback de sucesso

13 Dicas valiosas para um feedback de sucesso

Uma postura errada, uma forma de tomar decisão equivocada e até mesmo a falta de ousadia em correr riscos pode afetar negativamente um negócio, não é mesmo?

Por isso quando um colaborador faz algo que agrega valor de forma espetacular ou prejudica a realização de uma atividade ou outra pessoa, estes devem ser temas do feedback de sucesso. Ou seja, do retorno sobre sua atuação com o intuito de aperfeiçoar a performance. Veja a seguir dicas valiosas para um feedback de sucesso.

Para ver um crescimento tanto da sua equipe, quanto dos resultados da sua empresa, você precisa ser hábil ao dar um retorno para seus funcionários. Mesmo que isso não seja muito simples. Afinal, é fundamental para que eles saibam claramente quando acertam e quando erram. Assim, é possível potencializarem seus pontos fortes, melhorar os “fracos” e passar a trabalhar em equipe de uma maneira mais produtiva.

Alguns aspectos importantes devem ser levados em conta na hora de dar um feedback de sucesso e que transforme positivamente o desempenho da pessoa. Bem diferente de chamar atenção ou dar uma bronca, o feedback de sucesso deve ser verdadeiro e transmitido de forma generosa por quem realmente deseja ajudar. É o que chamamos de crítica construtiva. Vamos às dicas.

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Quer falar bem em público? Conheça 3 técnicas utilizadas pelos apresentadores de sucesso!

Quer falar bem em público? Conheça 3 técnicas utilizadas pelos apresentadores de sucesso!

O mercado de trabalho está buscando e valorizando, cada vez mais, o profissional que saiba falar bem em público. Se comunicar bem, seja com uma pessoa ou com dezenas, exige técnica, naturalidade e confiança, somando muito pontos para quem deseja crescer na carreira.

Infelizmente muitos profissionais ainda não conseguiram desenvolver essa habilidade, encontrando muitas dificuldades em apresentar ideias e projetos diante de um grupo, seja em reuniões, almoços, palestras ou outros eventos.

A boa notícia é que existem técnicas para enfrentar a timidez, reforçar autoestima, além de usar, apropriadamente, a voz e a expressão corporal, que podem ajudar muito a desenvolver a sua capacidade de falar bem em público.

Neste post, selecionamos algumas das principais técnicas utilizadas pelos apresentadores de sucesso para que você possa melhorar suas apresentações. Confira o que será abordado nesse post:

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Autoavaliação: o que é e para o que serve?

Podendo ser usada tanto para o lado profissional, quanto para a vida pessoal, a autoavaliação vem se mostrando fundamental em diversas situações. Mas, sobretudo, por quem busca se desenvolver nas empresas, principalmente quando o assunto é liderança.

Afinal, como uma pessoa será capaz de gerenciar uma equipe sem conhecer bem a si mesma? Se você está determinado a crescer, evoluir e se satisfazer cada vez mais com sua carreira, use a autoavaliação, uma ferramenta poderosa para cumprir este objetivo.

Aprendemos a avaliar ainda na infância. É quando desenvolvemos a habilidade de pensar criticamente e fazer escolhas. É só reparar numa criança diante de dois brinquedos: ela pensa antes de tomar a decisão de qual escolher. Ela nem percebe, mas está avaliando.

Já a autoavaliação demanda um processo um pouco mais complexo e demorado. Você vai precisar olhar de forma crítica e à luz de suas crenças e valores, suas próprias características, qualidades, emoções, medos e modo de agir em determinadas situações. Principalmente, em ambiente de pressão e que exige tomada de decisão rápida e, se possível, certeira.

Afinal, o que é Autoavaliação?

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5 Passos para uma liderança de alta performance

5 Passos para uma liderança de alta performance

Frente aos desafios cada vez mais ousados de hoje em dia, todos profissionais querem e precisam desenvolver uma liderança de alta performance. Entre os diversos passos para chegar lá, é necessário muito aprendizado e inovação constante. Afinal, estes dois aspectos são pré-requisitos para um ótimo líder.

Isto porque, quando a pessoa que toma a frente de uma equipe, de um projeto ou até mesmo de uma tarefa não busca novidades para fazer diferente e alcançar melhores resultados, ela não estará desempenhando bem o seu papel como deveria. E com isso estará prejudicando a equipe, a empresa e seu próprio crescimento na carreira que escolheu. 

Ai você pode estar pensando: “A pessoa nasce com o dom da liderança. Quem nasceu sem este dom nem adianta tentar”. Isto não é 100% verdade. Claro que nascer com o tal dom da liderança pode ajudar um pouco. Mas somente isso não vai fazer do profissional um líder de alta performance. 

Você deve estar se perguntando? Como eu aprimoro a minha própria performance e do meu time? O que fazer para atuar como um líder de alta performance? A resposta é “aprimoramento”. Ou se preferir: “aperfeiçoamento”. Isto porque talvez você já vem fazendo o que vamos comentar aqui. Mas precisa fazer melhor. Dá uma olhada nas nossas dicas!

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5 dicas para uma avaliação de desempenho eficaz

Na cadeira da liderança, as responsabilidades passam por reter os talentos e desenvolver todos da equipe. A evolução constante e o aprimoramento dos profissionais do time dependem fortemente de um sistema de avaliação de desempenho eficaz.

Para ajudar nesta tarefa tão importante, separamos 5 dicas que garantem uma avaliação de desempenho eficaz de forma a conseguir que sua equipe atue com o máximo de seu potencial, entregando resultados positivos e não perdendo os bons profissionais para o mercado.

A avaliação de desempenho deve ser estruturada com o objetivo de ser muito mais que apenas uma etapa anual, perdida na programação da área e cujos planos de ação decorrentes dela sejam esquecidos. Tanto gestores, quanto colaboradores, não devem economizar esforços para que este processo de avaliação de desempenho aconteça de forma organizada e periódica. Agora vamos às nossas dicas:

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4 indicadores de que sua empresa deve ter um atendimento humanizado

4 indicadores de que sua empresa deve ter um atendimento humanizado

Certamente você já ouviu dizer que o cliente é o ativo mais importante da empresa. Afinal, sem ele, negócio algum tem sentido. Mas saber disso e não agir, mudar, aperfeiçoar e inovar não leva uma empresa a sobreviver num mercado cada vez mais competitivo. Sai na frente quem interage com seus clientes com excelência e adota um atendimento humanizado.

Você sabia que somente em 2015, empresas brasileiras perderam juntas cerca de U$ 217 bilhões por causa de clientes que, insatisfeitos com os serviços prestados, migraram para a concorrência?

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Os 5 principais pilares de uma comunicação eficiente

Os-5-principais-pilares-de-uma-comunicação-eficiente

Falar em comunicação eficiente tem se tornado quase um clichê. Mesmo assim, apesar de todos entenderem a sua importância, poucas pessoas realmente investem em melhorar suas habilidades nessa área.

Para quem sabe se comunicar bem, existem inúmeras vantagens pessoais e profissionais: aumentar as chances de fazer amigos, ter relacionamentos afetivos, conquistar uma promoção ou, até mesmo, um novo emprego.

Por outro lado, a dificuldade em se comunicar pode gerar desentendimentos entre as pessoas, tanto no trabalho como na família, discussões e ressentimentos por palavras mal colocadas.

Em resumo, é uma competência essencial para o seu sucesso pessoal e profissional. Por isso, neste post vamos apresentar 5 dicas simples e práticas que tornarão sua comunicação eficiente, permitindo alcançar melhores resultados na sua vida. Confira o que será abordado nesse post:

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Dificuldades em negociações: Descubra o que evitar ao negociar

A negociação faz parte da nossa vida pessoal, social e profissional. Mesmo que você não trabalhe, essencialmente, com vendas ou compras para sua empresa, você negocia. Negocia com seu gestor, subordinados, pares, clientes e fornecedores internos. Se você não souber o que evitar ao negociar, pode ter sua carreira prejudicada.

“Tá bom, mas como?”.

Alguns exemplos onde a negociação pode surgir diariamente no seu trabalho: na divisão das atividades de um projeto, na delegação de tarefas, no pedido por um aumento de salário ou de uma promoção, entre outros.

Na verdade, a negociação permeia, até mesmo, nossa vida pessoal, influenciando no relacionamento com os filhos e com a família. Mas, neste post, vamos nos concentrar em como você pode se tornar um melhor negociador no trabalho, sabendo o que evitar ao negociar, contribuindo assim para o seu crescimento profissional. Confira o que será abordado nesse post:

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Desafios para Desenvolver Líderes

Desafios para Desenvolver Líderes

O principal recurso competitivo para uma organização são as pessoas que nela trabalham. Gente capacitada, engajada e trabalhando em equipe. Isso requer uma gestão com líderes que demostrem adaptabilidade às mudanças, conhecimento e visão do negócio, preocupados com o fator humano, assertivos na comunicação, inteligentes emocionalmente, proativos e comprometidos com resultados. O líder, é sobretudo, o incentivador natural das equipes.

Um bom programa para desenvolvimento de líderes valoriza a autoliderança, ao dar sentido de quem é o líder, qual é seu papel, o que ele pode fazer pelos outros e para onde ele está indo. Proporciona condições para que o líder reconheça o seu papel como promotor nas mudanças, a necessidade de estabelecer prioridades e planejar o melhor uso do tempo.

E ai, quer saber se você precisa participar de um programa de líderes?

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Medo de Falar em Público? Você não está sozinho

Você sofre de glossofobia? Este é o nome técnico para um dos maiores receios que as pessoas possuem: o medo de falar em público. Um estudo de 2015 do Jornal Britânico Sunday Times indica que 41% dos participantes citaram a glossofobia como seu maior medo, maior até mesmo do que o medo da morte, que ficou com 19%.

Parece exagero, mas, essa aversão em estar no centro das atenções existe e aparece em diferentes situações da vida corporativa. Por exemplo, quando você precisa fazer uma apresentação para os gestores, fazer uma palestra para a empresa ou, até mesmo, apresentar produtos para novos clientes.

A boa notícia é que existe solução para o medo de falar em público. Neste post você vai encontrar um conjunto de dicas práticas para aplicar em seu dia a dia profissional, sempre que precisar. Confira o que será abordado nesse post:

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7 dicas para otimizar processos de RH com poucos recursos!

7 dicas para otimizar processos de RH com poucos recursos!

A alta competitividade no mercado sempre exige melhorias e atualizações constantes em todas as áreas da empresa.

Para não perder tempo e dinheiro, as ações nesse sentido têm que ser rápidas, certeiras, eficientes e econômicas.

Se no geral essa regra tem que ser obedecida, imagine então no setor de Recursos Humanos.

Otimizar processos é uma das tarefas mais importantes dentro das organizações que querem continuar crescendo. E no RH isto não é diferente.

Tarefas manuais demandam muito tempo para alcançar bons resultados. Exigem várias correções e adaptações que, com certeza, impedem que o RH se concentre em outras funções que não atender às demandas burocráticas.

E hoje em dia? O que pode ser feito para otimizar processos de RH? Poucos recursos, sejam humanos ou financeiros, não podem mais ser desculpas.

Damos aqui dicas para a otimização das atividades desta área com a ajuda da tecnologia. Acompanhe!

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8 dicas para desenvolver sua inteligência emocional

8 dicas para desenvolver sua inteligência emocional

Inteligência emocional, segundo os psicólogos Peter Salovey e John Mayer, é a capacidade de monitorar nossos próprios sentimentos e emoções e os dos outros: fazendo a distinção entre eles e usando essa informação para orientar os pensamentos e as ações.

Já para Daniel Goleman, autor do livro “Inteligência Emocional”, o conceito significa a capacidade de reconhecer e regular emoções em nós mesmos e nos outros. Como anda sua inteligência emocional? Como fazer para desenvolvê-la? Vamos dar algumas dicas sobre isso. Acompanhe!

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Você tem adaptabilidade? Veja como desenvolver essa habilidade!

Você tem Adaptabilidade?

Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer. ”

A frase do pensador e filósofo chinês Confúcio ilustra bem nosso tema de hoje: adaptabilidade. Vamos falar da capacidade da pessoa em se adaptar às novas situações. Afinal uma das poucas certezas dentro e fora das empresas é a mudança, não é mesmo? Confira o que será abordado nesse post:

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8 Dicas para melhorar a comunicação interna da sua empresa

Para ter um processo de comunicação interna sólido na sua empresa, serão necessárias algumas iniciativas. Veja o que fazer para ter funcionários bem informados.

Já pensou você dentro de um trem de passageiros de alta velocidade sem saber para onde está indo? Esta é a sensação dos funcionários quando a empresa não tem um processo estruturado de comunicação interna. Veja algumas dicas para melhorar o fluxo de informações na sua empresa.

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Como desenvolver Líderes? Conheça o Leadership One

Como desenvolver Líderes? Conheça o Leadership One

Se você é um gerente, coordenador, supervisor, líder, encarregado, empreendedor ou simplesmente tem como um dos seus desafios a formação de outros líderes, este artigo é para você.

Afinal, hoje em dia, até mesmo os pequenos e médios empresários têm esta missão entre suas práticas de trabalho. Há várias formas de desenvolver líderes dentro da sua empresa, e quando você conta com um programa estruturado com este objetivo, a tarefa fica muito mais fácil e os resultados positivos aparecem mais rapidamente. Confira o que será abordado nesse post:

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Plano de Desenvolvimento Individual: O que levar em conta?

Sem um bom mapa não se vai a lugar nenhum, certo? O mapa é para uma viagem como o PDI (Plano de Desenvolvimento Individual) é para uma carreira profissional.

Tamanha é sua importância que hoje vamos detalhar o que é este plano e o que se deve levar em conta na hora de construí-lo. Então, não deixe de ler este conteúdo até o final! Confira o que será abordado nesse post:

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Atitude de dono: Sua equipe tem esse perfil?

Será que os meus colaboradores realmente têm pensamentos e atitude de dono? Ou simplesmente eles vem para empresa para trabalhar e não pensam em evoluir e crescer junto? Você já fez estas perguntas pra si mesmo? Pois então, deveria.

Hoje em dia, o incentivo ao empreendedorismo e as empresas inovadoras que facilitam o crescimento dos colaboradores estão em alta. Portanto, a competitividade não se limita apenas à atração de clientes.

Ela está presente também entre os empregadores que disputam os melhores profissionais do mercado. Aqueles que, além das habilidades e competência técnica, atuam como verdadeiros donos do negócio.

Isto é, eles sempre inovam, pensam em novos processos, em redução de custos e têm a expectativa de crescerem juntamente com a empresa. Afinal, este é o perfil e atitude de dono do negócio. É o conhecido “ownership” (a expressão em português significa “atitude de dono”).

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O que é assessment e qual a sua importância?

O que é assessment e qual a sua importância

O assessment surge no mundo corporativo como uma ferramenta fundamental para uma gestão profissional eficiente. O método tem ganhado força e as empresas estão cada vez mais enxergando sua importância e seus propósitos.

Mas, afinal, o que é assessment? Para que serve? Vamos esclarecer este importante tema neste artigo. Acompanhe!

Não importa o tamanho ou o segmento em que a empresa atue, certamente a liderança terá que, em algum momento, tomar decisões quanto à abertura de vagas, sucessão de gestores, fusões, demissões e outras situações que exigem bastante conhecimento.

É neste contexto que o assessment faz toda diferença!

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Liderança 4.0 – Você está preparado?

Para se manterem competitivas e destacadas no mercado, as empresas precisam estar à frente do seu tempo. Precisam INOVAR e inovação significa se beneficiar de uma cultura única que promova o relacionamento saudável entre as pessoas dentro da empresa.  

Nunca é demais destacar que a Quarta Revolução Industrial representa novos modelos de negócio, bem como novos direitos e responsabilidades dos líderes. Todos os dias surgem novas tecnologias e todos os dias aumenta a distância entre o progresso e a capacidade em se lidar com as consequências. Esta revolução está mudando a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Aliás, a maior mudança será nos sistemas sociais e econômicos que moldam as nossas vidas.

Para o professor Klaus Schwab, fundador e chairman executive do Fórum Econômico Mundial nossos esforços devem se concentrar nos seres humanos, na sociedade e no meio ambiente, e não apenas no progresso tecnológico ou na produtividade.

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Confiabilidade: um atributo profissional indispensável

Confiabilidade: um atributo profissional indispensável

Se você trabalha num ambiente onde faz parte de uma equipe, já deve ter percebido a importância da confiabilidade no relacionamento com o seu time. Confiança é um atributo base de qualquer relação. Não apenas nas relações profissionais, mas nas pessoais também. Perde-se a confiança, compromete-se a relação. Mas como ser um profissional dito confiável? No trabalho, a confiança geralmente está no manter a palavra.

Vejamos como isso acontece. Suponha que você gerencie uma equipe responsável pela área de recursos humanos da empresa. O setor de engenharia pede a você para selecionar alguns candidatos a serem entrevistados para uma vaga de engenheiro. Você então se compromete de fazer uma pré-seleção até determinada data. Para isso, você solicita a um analista de RH do seu grupo buscar alguns currículos e dá um prazo à ele. Nessa conversa, o analista diz à você que precisará anunciar a vaga em alguns veículos de mídia, como sites e jornais especializados de empregos e isso terá um custo que precisa ser aprovado. Você então se compromete a fazer a autorização dessa verba até o dia seguinte.

O que sucede dessa situação é determinante para a sua reputação como profissional de confiança. Vejamos algumas coisas que podem acontecer.

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Trabalho em Equipe: Por que é tão Difícil? (Parte II)

A EMPRESA E O TRABALHO EM EQUIPE

As organizações são compostas de departamentos/ áreas funcionais. Temos, portanto, uma diretoria com seus respectivos gerentes e, abaixo deles, supervisores e demais colaboradores. A empresa não trabalhará em equipe se o supervisor e o gerente não fizerem parte “da equipe”. Não existe o gerente e a equipe. Existe a equipe, onde o gerente é um dos membros. O resultado do gerente (área/ departamento), depende de todos os membros.

O que vejo, em geral, são pequenos agrupamentos de pessoas que trabalham apoiando a atuação de umas com as outras. Porém, a existência de diversos agrupamentos liderados por diferentes supervisores não atuará em equipe se estes também não atuarem unidos em torno de objetivos comuns da empresa.

Se não bastasse isso, vejo que os vários gerentes de um departamento vinculados a um mesmo diretor não atuarão em equipe se não comungarem dos mesmos objetivos do diretor/ empresa. O que ocorre na prática, é que cada um elege suas prioridades. É como se esquecessem que há um resultado maior a ser obtido, não pela área ou pelo departamento, e sim pela empresa. Na comunidade empresarial é comum chamarmos a isso de “feudos”. Embora velado, isso é ainda muito comum ainda nas organizações deste novo milênio. Significa que quando há discussões internas e precisam tomar decisões, devem eleger o que é melhor para a empresa e não o que é melhor para o departamento A ou B, ou para indivíduo A ou B, a solução deve sempre caminhar na direção do que é melhor para a empresa. Na prática, as pessoas com seus egos, têm dificuldades em trabalhar esses aspectos. Confira os tópicos que serão abordados neste artigo:

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Trabalho em Equipe: Por que é tão Difícil?

Hoje, mais do que nunca o desempenho das organizações depende da atuação dos grupos de trabalho, pois, sozinhos não geramos os melhores resultados. Estes podem ser mais facilmente obtidos, com menor custo, maior rapidez e melhor produtividade se a atuação dos grupos privilegiar o trabalho em equipe.

Segundo Bodwell e Mankins (2013), “atingir resultados num ambiente desafiador como o de hoje, exige um nível de prontidão, rapidez e qualidade que está além do alcance da performance individual. Apenas o alinhamento de talentos e forças proporcionado pelas equipes é capaz de dar essa vantagem competitiva à empresa”.

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Terceirização: Principais modificações realizadas pela Reforma Trabalhista

As mudanças serão aplicadas nos contratos firmados após a validação da Reforma Trabalhista.

As novas regras para a terceirização de serviços aprovadas pela Reforma Trabalhista ainda geram incertezas para empregados e empregadores. Mas afinal quais são as modificações decorrentes da nova lei?

Aprovada no plenário do Senado, a Reforma Trabalhista entrou em vigor em novembro de 2017 e alterou diversos artigos da Consolidação das Leis Trabalhistas a fim de adequar à legislação às novas relações de trabalho, entre elas a terceirização de serviços.

Vale lembrar que a lei da Terceirização foi aprovada em março, antes da Reforma. Sendo assim, os pontos alterados na reforma trabalhista foram apenas para complementar a nova lei.

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7 Dicas Essenciais para o Líder Administrar Conflitos

Conflito – fenômeno próprio das relações humanas. Ocorre devido a posições divergentes em relação a algum comportamento, necessidade ou interesse comum. O conflito não é ruim em si mesmo.

Alguém já disse que se você não quiser ter conflitos, basta não se relacionar. Mas sabemos que até mesmos os eremitas têm os seus conflitos interiores. A sabedoria nas relações interpessoais não está em evitar conflitos, mas sim, em saber lidar e resolver de forma equilibrada os conflitos que, inevitavelmente, surgirão.

O conflito pode ser fonte de ideias novas e permitir a expressão e a exploração de diferentes pontos de vista, de interesses e de valores. Saber lidar com a situação é que define se o momento será prejudicial ou benéfico aos envolvidos, exigindo das pessoas autoconhecimento e inteligência emocional.

Em pesquisas realizadas pelo Instituto Dale Carnegie foi constatado que 85% do sucesso profissional vem da competência de relacionamento e somente 15% de competências técnicas.

Algumas considerações para reflexão sobre conflitos:

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Como lidar com diferentes perfis comportamentais no trabalho

Como lidar com diferentes perfis comportamentais no trabalho

Vivemos num mundo composto de pessoas com personalidades distintas, construídas por aspectos culturais, inatos e experiências de vida variadas. Existem vários estudos que auxiliam a identificar e classificar diferentes traços comportamentais. Estas pesquisas são muito importantes para organizações montarem seus quadros de profissionais e para que indivíduos entendam como devem lidar com pessoas de personalidades distintas.

Para este post, analisamos os perfis profissionais detalhados no estudo da dominância cerebral, que analisa diferentes comportamentos de acordo com as regiões dominantes dos cérebros de indivíduos. Sugerimos abaixo algumas formas de lidar com profissionais de cada um dos diferentes estilos detalhados no estudo.

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Atendimento ao Cliente: como usá-lo como ferramenta de retenção e atração de clientes?

Fato é que o mundo está mudando. Os dados do Serasa Experian apontam que apenas no primeiro trimestre de 2017 surgiram mais de 580 mil novas empresas em todo o Brasil, isso significa uma média de mais de 6 mil novos empreendimentos nascendo por dia. Hoje o consumidor conta com diversas opções de produtos e serviços e não está mais preso a 2 ou 3 fornecedores. Essa diversidade elevou o patamar de exigência desse consumidor de forma que as empresas mais do que nunca estão buscando formas de atrair e fidelizar cada cliente.

Agora, como manter sua empresa no topo nesta imensidão de novos negócios surgindo? Será o investimento em novas tecnologias a chave para o sucesso ou uma nova campanha de marketing é capaz de fidelizar seus clientes? Com certeza as duas alternativas são muito importantes para a atração e fidelização dos clientes, porém, há uma área, às vezes até mesmo negligenciada, que pode se tornar uma ferramenta ativa de retenção e de atração: O atendimento ao cliente.

O atendimento é a porta de entrada para o cliente conhecer e se apaixonar pela sua empresa. É importante que ele seja tratado com atenção desde o primeiro contato, já que, nesse caso, a primeira impressão realmente é a que fica. Focar em um bom atendimento é um dos aspectos chave para conquistar clientes e mantê-los consumindo.

Quer saber um pouco mais sobre como o atendimento ao cliente pode ser o diferencial da sua empresa? Continue lendo nosso artigo e descubra!

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Comunicação Assertiva: Comece hoje mesmo a desenvolver esta habilidade

A comunicação assertiva é uma das principais habilidades de profissionais de sucesso. Na prática, profissionais assertivos se diferenciam no mercado, pois têm mais capacidade de transmitir informações de forma clara, possuem bom relacionamento interpessoal, executam os processos da empresa de forma mais rápida e alcançam metas e objetivos com muito mais produtividade e efetividade.

É certo que muito tem se falado sobre esse tipo de comunicação, principalmente nas organizações. Mas, afinal, o que é? A assertividade pode ser entendida como um comportamento direto, verdadeiro e dinâmico. Pessoas com essa característica transmitem informações dizendo exatamente aquilo que pretendem dizer. Basicamente é fazer o que tem que ser feito e dizer o que tem que ser dito, respeitando o direito e o espaço do outro. Confira o que será abordado neste artigo:

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Negociar é uma arte! Como desenvolver habilidades de negociação?

É comum ouvir dizer que apenas algumas pessoas nascem com habilidades de negociação. Porém, por mais que realmente exista uma predisposição para negociar, é importante saber que esta habilidade pode ser aperfeiçoada com estudo e treino, afinal ela está presente em todos os aspectos da nossa vida. Não só na hora de uma compra ou venda, mas a convivência com outras pessoas exige acordos e consensos que só conseguimos obter através da negociação.

Por isso trouxemos dicas que vão te ajudar desde o momento da preparação — porque sim, é importante se preparar para qualquer acordo — até a hora de se sentar à mesa e conversar. Confira o que será abordado nesse post:

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Assédio moral e suas consequências

Em meio a um mercado extremamente competitivo, gestores lidam diariamente com a busca por melhores resultados. Entretanto, é necessário ter em mente qual o limite para cobrar um colaborador ou funcionário por mais produtividade no trabalho. Caso extrapolem na exigência por alto rendimento, esses profissionais passam a correr o risco de praticarem assédio moral.

Os processos instaurados para a apuração de denúncias de assédio moral cresceram nos últimos anos no Brasil. Nos primeiros nove meses de 2016, a Controladoria-Geral da União (CGU) registrou um processo sobre esse tema a cada 55 horas.

Mas como identificar que situações configuram assédio moral e quais cobranças são aceitáveis no local de trabalho? Neste artigo, ajudaremos a responder a essas questões e saber como os gestores podem trabalhar na prevenção, que é o melhor caminho.

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Entenda a importância dos treinamentos de pessoas nas organizações

Entenda a importância dos treinamentos de pessoas nas organizações

Introdução

Como atingir as metas estabelecidas para um negócio e aprimorar os resultados alcançados? Ter a resposta para essa questão e saber colocá-la em prática não envolve apenas boas intenções e ter clareza sobre onde quer chegar. É preciso estar preparado para seguir o que foi planejado, mas também ter soluções para eventuais percalços que surjam nessa trajetória. O treinamento de pessoas é o caminho ideal para que as empresas consigam enfrentar esses obstáculos.

A expectativa por bons resultados deve ser consequência de ter uma equipe preparada para exercer bem suas funções e criar novas alternativas de negócios. Profissionais despreparados não são capazes de oferecer as competências necessárias para o crescimento corporativo. Além disso, a falta de capacitação gera custos com repetição de processos e insatisfação de clientes.

Mudanças em processos e na gestão, novas tecnologias, necessidade de relacionamentos, negociação, atendimento a clientes e liderança requerem um aprimoramento contínuo por parte dos empregados de uma empresa. Ter essa capacitação refletirá diretamente na forma como o negócio enfrentará a competitividade de seus concorrentes. Confira o que será abordado nesse post:

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Principais cuidados nos processos de contratação de terceiros (atualizado pela Lei da Terceirização)

A saída para algumas empresas que precisam de um determinado serviço, mas por questões estratégicas ou ainda por ser um trabalho muito específico, não desejam contratar um funcionário na modalidade CLT, é a terceirização da mão de obra. Apesar de ser uma forma bem segura de garantir que um trabalho seja feito e ainda contar com a modernização trazida pela Lei 13.429/2017, é preciso tomar cuidados na hora de contratar, para evitar que esse contrato se torne uma dor de cabeça no futuro e uma fonte de passivos trabalhistas.

A terceirização é a contratação de serviços por meio de uma empresa intermediária entre a empresa contratante e a mão de obra. Porém, antes das alterações trazidas pela lei da terceirização, essa contratação só era permitida para serviços que não faziam parte da atividade principal da contratante; agora já há permissão legal e é possível contratar mão de obra terceirizada para qualquer tipo de atividade, inclusive a atividade-fim.

Determinar se uma atividade podia ser feita ou não por mão de obra terceirizada variava de uma empresa para outra e era complicado saber o que se relacionava diretamente à atividade-fim. Com essa fase superada, agora os critérios para saber se vale a pena a terceirização estão baseados em outras preocupações. Confira o que será abordado nesse post:

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Por que é importante ter um programa de desenvolvimento de líderes na minha empresa?

Por que é importante ter um PDL - programa de desenvolvimento de líderes na minha empresa

Sabemos que o fator humano tem se tornado relevante para o sucesso das organizações. Empresas que se preocupam com as pessoas estendem sua vantagem por mais sete anos, isso é o que conclui a pesquisa realizada pela Harvard Business School.

O Programa de Desenvolvimento de Líderes, mais conhecido pela sigla PDL, propõe desenvolver competências fundamentais, reunir conteúdo teórico, atividades práticas e experiências importantes que promovam mudanças significativas no comportamento dos participantes.

Líderes proativos, criativos, comprometidos com os resultados, e com inteligência emocional é o que as empresas mais desejam. Ao reconhecer e desenvolver seus líderes, as organizações contribuem para o sucesso das equipes, motivando e influenciando positivamente os demais profissionais, promovendo resultados positivos aliados às expectativas e estratégias da organização.

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Afinal, qual é o papel do Preposto Trabalhista na justiça do trabalho?

Qual o papel do Preposto Trabalhista

Quando um funcionário é desligado da empresa de forma irregular ou ainda quando, mesmo sem interromper o contrato de trabalho, decide discutir judicialmente algum aspecto, ele pode ingressar com uma Reclamação Trabalhista e, conforme determina a CLT, no momento da audiência esta deve ocorrer com a presença das duas partes interessadas: a reclamante e a reclamada. Porém, nem sempre é possível que o presidente ou um dos sócios da empresa compareça à audiência, não é? Para isso existe o Preposto, um substituto que pode representar legalmente a empresa neste processo. Mas qual o papel do Preposto trabalhista e qual a melhor pessoa para essa função? Continue lendo para saber mais! Confira o que será abordado nesse post:

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Team Building e sua contribuição na motivação da equipe

O crescimento das empresas está diretamente ligado ao desenvolvimento das pessoas que a compõem. Gestores e líderes dos mais variados setores devem se preocupar em investir no capital humano, o mais importante de todos. Implementar políticas para o desenvolvimento dos colaboradores, como treinamentos e o uso de ferramentas que contribuam para melhor comunicação entre os funcionários, são algumas ações que ajudam a alavancar os resultados da sua organização.

É importante considerar que não adianta contratar bons funcionários, se não conseguir conquistá-los, cultivá-los e motivá-los a trabalharem em um bom ambiente e desenvolverem suas habilidades de forma constante. A melhoria do dia a dia no trabalho fará com que um empregado trabalhe mais satisfeito e gere resultados positivos para o negócio. E se o melhor caminho para as empresas é investir nas pessoas, o conceito de team building pode ajudar.

Para descobrir como a capacitação e a qualificação do capital humano ajudam na motivação do trabalho, vamos tratar sobre a prática do team building. Confira o que será abordado nesse post:

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Metas Corporativas e o Papel das Lideranças

Metas Corporativas e o Papel das Lideranças

Ter uma meta claramente definida significa ter, o resultado final desejado, estabelecido. O velho ditado todos conhecem: para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve. Parece simples estabelecer metas, mas não é. Se isso é importante para cada um de nós, em nossa vida pessoal, imagine o significado e sua repercussão no ambiente das corporações, departamentos e áreas?

Metas corporativas indicam os diversos resultados finais desejados pela direção para atender as expectativas dos stakeholders (acionistas, clientes, empregados, fornecedores, sociedade, governo), ou seja, as partes interessadas. Metas permitem o gerenciamento dos resultados através da monitoração pelos indicadores. Confira o que será abordado nesse post:

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Humanização e Comunicação Eficaz no Atendimento

Discutir a importância da humanização no atendimento e promoção da saúde envolve considerar as diferentes entidades no processo como: usuários (pacientes e seus familiares), trabalhadores que atuam no ambiente de atenção à saúde (empregados, prestadores de serviços e cooperativados), gestores das entidades que promovem os serviços, responsáveis pelas políticas e estruturas internas no atendimento e as organizações que atuam na saúde como clínicas, hospitais, centros de saúde etc.

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Técnicas de negociação: o que é fundamental você saber?

Introdução: técnicas de negociação, são para todos

O que um agente do FBI, um diplomata da ONU e um empresário têm em comum? Todos eles precisam negociar no dia a dia. Quando pensamos em técnicas de negociação, imediatamente transações de compra e venda vêm à mente. Mas todos nós negociamos a vida inteira, embora não percebamos. As negociações podem variar dos temas mais simples do cotidiano — como onde vamos jantar no final de semana e quem vai levar o quê para a festa de Natal da família —, até assuntos de grande seriedade — como a soltura de reféns e acordos de paz.

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O que são treinamentos comportamentais e como eles influenciam no trabalho?

Introdução

As pessoas são o maior diferencial de toda e qualquer empresa. Esse ativo vivo, capaz de gerar resultados incríveis, também pode fazer com que uma organização não chegue a lugar algum, quando não se consegue um alinhamento entre as atividades desenvolvidas pelos profissionais e os objetivos da organização.

Existem muitos profissionais no mercado com conhecimentos para desenvolver trabalhos de excelência, entretanto, nota-se que grande parte deles não teve oportunidade de aprimorar o seu comportamento, e isso compromete o resultado organizacional.

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Direitos dos trabalhadores ao serem demitidos – Leis Trabalhistas (artigo redigido antes da Reforma Trabalhista)

Introdução

Com o grande volume de ações trabalhistas no Brasil, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) previu que serão 3 milhões de processos em 2016. Esse número representa um aumento de quase 13% em relação a 2015. Cobranças de verbas rescisórias e horas extras e recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) estão entre as principais razões que levam empresas a enfrentarem transtornos com o cumprimento das leis trabalhistas.

A tendência de crescimento de ações trabalhistas acompanha o aumento do número de demissões. Com dificuldades para enfrentar a crise financeira, muitas empresas têm feito cortes de pessoal. Para que não façam parte da relação de réus na Justiça do Trabalho, os gestores têm de estar atentos aos direitos do trabalhador em caso de demissão. Neste artigo, serão esclarecidos quais são esses direitos e como o empregador pode se precaver contra possíveis processos. Confira o que será abordado nesse post:

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A psicologia da persuasão: como adotar comportamentos para convencer os outros?

Em linhas gerais, a persuasão pode ser entendida como uma forma de comunicação estratégica que tem o objetivo de convencer outras pessoas. Por meio da persuasão, é possível induzir alguém a assumir uma determinada posição, realizar uma tarefa específica ou aceitar uma ideia, por exemplo.

Essa comunicação contempla uma postura adequada, apelos emocionais e, principalmente, uma argumentação forte e lógica. Deste modo, é fácil perceber que a psicologia da persuasão está associada a alguns tópicos básicos como conhecimento, retórica e imagem.

Essa competência é importante para todos, independentemente da profissão ou do ramo de atuação, mas se torna ainda mais indispensável para as posições de liderança, profissionais de vendas, os que atuam em projetos, entre outros. E, como grande parte das habilidades comportamentais, pode ser assimilada e aperfeiçoada.

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9 maneiras de otimizar o atendimento ao cliente da sua empresa

9 maneiras de otimizar o atendimento ao cliente da sua empresa

A forma como a sua empresa faz a gestão do atendimento ao cliente pode ser determinante para o sucesso ou fracasso num mercado altamente competitivo. Afinal, pequenos detalhes na forma de lidar com esse delicado relacionamento fazem toda a diferença e os deslizes podem custar muito caro.

Em contrapartida, tempo é dinheiro e, muitas vezes, é inviável deixar uma pessoa da equipe dedicada exclusivamente a um cliente ou passar horas no telefone atendendo a mesma pessoa.

Pensando nisso, listamos a seguir 9 maneiras excelentes de otimizar o atendimento ao cliente e gerar resultados melhores para a sua empresa, confira!

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Como garantir uma execução alinhada de seu planejamento estratégico?

1. Introdução

De acordo com dados do Sebrae, 55% das empresas no Brasil não realizam um planejamento prévio à abertura do empreendimento. Essa mesma cultura se perpetua ao longo da trajetória do negócio, o que muitas vezes tem como consequência, a chamada “morte” dessas empresas.

Das empresas que compreendem a importância do planejamento estratégico, muitas o fazem sem uma frequência anual, esquecendo-se da dinamicidade do mercado, das mudanças bruscas da economia e das várias oportunidades que podem se apresentar, sem contar o acompanhamento da execução de tal plano. Em suma, o planejamento estratégico torna-se mais uma atribuição aos principais gestores da empresa dentro do processo de gestão.

Para mudar essa realidade, é necessário fazer com que desejo e ação caminhem juntos. É preciso tomar um posicionamento e garantir o alinhamento entre o pensar estratégico e a execução por toda a organização. Como fazer isso? Confira o que será abordado nesse post:

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Perfil de liderança no Brasil: Quais os maiores desafios na gestão de líderes?

Perfil de liderança no Brasil: Quais os maiores desafios na gestão de líderes

1.  Introdução

Muitas empresas já compreenderam que é preciso investir na preparação de novos líderes, afinal, a conquista de altos índices de produtividade e a motivação das equipes dependem diretamente do estilo de gestão adotado.

Porém, no Brasil, o perfil de liderança está longe do ideal. Ainda é possível encontrar um número elevado de líderes autoritários e centralizadores dentro do universo corporativo. Apesar de esta ser a percepção dos liderados, muitos gestores não admitem esses rótulos. Muitos líderes convivem com uma visão distorcida sobre as próprias fortalezas e fraquezas, o que limita o aperfeiçoamento de algumas habilidades essenciais aos líderes genuínos.

Entre as principais carências dos atuais gestores, estão a falta de disposição para assumir riscos, a dificuldade de administrar crises e a inaptidão para articular e influenciar.

Assim, a identificação e a formação de novos líderes se tornou uma prioridade e esse processo deve ser conduzido pelo RH, com apoio da alta direção e compromisso dos demais gestores. Desse modo, é fundamental elaborar um programa de treinamento e de desenvolvimento direcionado e realmente eficiente na formação de novos líderes. Confira o que será abordado nesse post:

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5 erros na construção do planejamento estratégico que devem ser evitados

O planejamento estratégico é um processo gerencial que orienta: diretrizes, estratégias, objetivos, indicadores, ações, responsáveis, cronogramas, entre outros detalhes importantes para que uma organização direcione esforços de maneira mais organizada e assertiva para atingir seus objetivos.

É através das ações de desenvolvimento do planejamento que se vai determinar as iniciativas, apontando onde a organização se encontra no momento, e para onde ela precisa caminhar. Sem ele, os gestores e colaboradores ficam sem rumo e as ações não são desenhadas de maneira competitiva o suficiente para superar os fatores críticos de sucesso, para que a organização continue a crescer.

Devido à sua importância, há alguns erros muito comuns que precisam ser evitados no momento de construção do planejamento. Descubra quais são eles, a seguir:

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Treinamento de Pessoas: As 5 Ações de Ouro para o Gestor no treinamento de suas equipes

Ainda hoje, muitos executivos não tratam o capital humano como ativo, mas apenas como custo. Esse pensamento precisa mudar, e os indivíduos devem ser valorizados como o que de fato são: os motores que impulsionam a empresa.

É papel dos acionistas, executivos, gestores e demais líderes fortalecer a noção de que as pessoas são imprescindíveis e que seu desenvolvimento pessoal e profissional traz ganhos incríveis para a organização como um todo. A valorização do capital humano deve estar inserida na cultura da empresa. Nesse contexto, o treinamento de pessoas é um ingrediente essencial, pois especialização e experiência geram equipes de alto desempenho e produtividade.

Apesar de grande parte das pessoas entenderem a importância do treinamento, nem sempre o que é ensinado é levado para o cotidiano de trabalho. Ou seja, nem sempre acontece a transferência do aprendizado. Mas quais seriam os obstáculos? E como removê-los? Qual seria o papel do gestor nesse processo? Confira o que será abordado nesse post:

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5 principais desafios na gestão de pessoas

Gestão de Pessoas

A Gestão de pessoas é um desafio diário, tanto para quem está em recursos humanos, quanto para os próprios líderes da organização. Lidar com as subjetividades dos funcionários, compreender suas necessidades e conciliá-las aos objetivos organizacionais exige um trabalho constante de análise e busca de soluções.

Muitas vezes, você pode até pensar que está sozinho nessa empreitada e que apenas sua organização passa por momentos de dificuldade quando se trata de gestão de pessoas, mas a verdade, é que todas enfrentam esse desafio. Com base em nossa experiência, selecionamos os 5 principais desafios, vivenciados pelas empresas atualmente.

Esperamos que este conteúdo ajude a identificar possíveis caminhos para a superação de barreiras na sua organização e traga novos horizontes para o seu trabalho. Confira o que será abordado nesse post:

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Conheça os 5Ps da estratégia segundo Mintzberg e saiba como isso pode te ajudar

Conheça os 5Ps da estratégia segundo Mintzberg e saiba como isso pode te ajudar

A estratégia empresarial, talvez pela sua própria natureza que a correlaciona à diversas áreas da organização, tem recebido diversas definições e formas de entendimento.

Estratégia não é algo restrito somente à alta direção. Cada setor da empresa deve desenvolver sua própria estratégia, desde que esta esteja alinhada aos objetivos do negócio, visando os bons resultados. Dentre os diversos conceitos divulgados sobre o tema, podemos citar os 5Ps da estratégia de Mintzberg, acadêmico e autor de vários livros na área de gestão.

O autor cita 5 formas de “ver” e aplicar a estratégia, cada qual voltada para um cenário ou situação vivida pela empresa. Neste post, você vai conhecer os 5Ps da estratégia segundo Mintzberg e ainda conferir algumas dicas de aplicação na sua empresa. Vamos lá? Confira o que será abordado nesse post:

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O que sua organização ganha ao investir na capacitação das lideranças?

A busca por líderes empresariais está cada vez maior. Segundo pesquisa realizada em 2014 pela Carvalho e Mello em parceria com o Instituto da Qualidade e a HGM, direcionada a profissionais das áreas de RH e de Operação de 500 empresas com atuação no país, 78% das organizações vão investir em treinamento de lideranças, pois acreditam que a gestão de pessoas impacta os seus resultados.

Esse dado pode ser corroborado por outra pesquisa encabeçada pela Mckinsey, com 189 mil profissionais de 81 companhias de grande porte nos quatro continentes, incluindo o Brasil, – e publicada pelo jornal Valor Econômico em 18 de maio de 2015 que revelou que os investimentos em capacitação de lideranças superam a casa dos 60 bilhões de dólares ao ano.

Diversos são os motivos que estão levando as empresas, tanto pequenas quanto grandes corporações, buscar a formação de lideranças. Motivos esses pelos quais você também deve investir e capacitar seus líderes e é sobre eles que vamos falar ao longo desse post. Confira o que será abordado:

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Entenda as diferenças entre: Gestão de Pessoas x Gestão de RH x Departamento Pessoal

 

Introdução

A complexa estrutura que envolve as organizações atualmente, faz com que exista uma série de mal-entendidos em relação às funções exercidas tanto pelo Departamento de Pessoal, como pelo Departamento de Recursos Humanos. Podemos afirmar que tal confusão é gerada em parte por pessoas que desconhecem o funcionamento de uma organização, porém na maioria das vezes é gerada por pessoas que não se adaptaram ao novo paradigma de valorização do capital humano.

Assim, ainda é comum no ambiente das organizações encontrar gestores e mesmo proprietários/ sócios que não reconhecem a necessidade de oferecer uma melhor gestão ao patrimônio mais importante da organização – as pessoas. Certa vez ouvi de um empresário: Por que tenho que investir na gestão de recursos humanos? Eu pago, logo elas têm que trabalhar”.

Quer ampliar seu conhecimento sobre esse tema, confira o que será abordado nesse post:

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Como fazer o treinamento de equipe valer a pena?

1. Introdução

Empresários e gestores reconhecem que o verdadeiro diferencial competitivo de uma empresa está na qualidade do seu capital humano. Profissionais competentes e equipes de alto desempenho, são fundamentais para o sucesso dos negócios. Assim, é preciso contar com práticas eficientes de gestão de pessoas, direcionadas principalmente para a atração e retenção de talentos, ao desenvolvimento dos colaboradores, ao incentivo ao aprendizado e aos índices de motivação e de engajamento — sempre com a finalidade de formar times multidisciplinares, mais fortes e comprometidos com os objetivos corporativos.

Neste contexto, programas de treinamento devem ser uma das prioridades dentro do planejamento estratégico. De fato, é preciso compreender que os aportes em qualificação não podem ser vistos como despesas adicionais, mas como um investimento corporativo visando garantir a produtividade de todas as equipes. Entretanto, para que esse investimento seja realmente efetivo, é essencial elaborar um programa abrangente, com base no levantamento das reais necessidades da empresa e das equipes. Confira o que será abordado nesse post:

2. Por que investir em treinamentos?

O treinamento pode ser transformador, levando equipes e gestores a um outro patamar de atuação por meio da especialização e da experiência. Por isso, profissionais treinados são capazes de conquistar altos índices de desempenho e de produtividade — consequentemente, são responsáveis pela evolução de indicadores importantes como qualidade das entregas, atendimento aos prazos, satisfação dos clientes, volume de vendas, participação no mercado entre outros.

Por meio da qualificação, é possível formar times mais analíticos e inovadores, capazes de identificar oportunidades de melhoria e encontrar soluções práticas para problemas do dia a dia — como desvios, atrasos, falhas e ineficiências. Na verdade, o conhecimento tem o poder de ampliar os horizontes e de promover olhares mais críticos sobre as rotinas de trabalho. E, assim, surgem novas possibilidades para a otimização de processos e para a redução de custos e desperdícios.

Outro aspecto importante é que colaboradores treinados por meio de um programa de desenvolvimento, são mais motivados e comprometidos com a empresa, pois esse tipo de iniciativa evidencia uma gestão que valoriza indivíduos e equipes, reconhecendo suas competências, ambições, expectativas e talentos. Desta forma, é possível fortalecer o engajamento e a relação de confiança entre líderes e liderados.

Além disso, o investimento em treinamentos deve ser um dos componentes da estratégia corporativa de gerenciamento de talentos. Afinal, esse público costuma analisar as propostas de emprego, considerando sempre as oportunidades de desenvolvimento e aprendizado. Ou seja, um programa de treinamento bem estruturado pode ser um fator determinante para a aproximação e para a permanência destes profissionais.

É importante lembrar que programas de treinamento permitem à empresa inserir elementos da cultura e filosofia corporativa ao cotidiano dos colaboradores, bem como para fomentar novos conceitos. Assim, esses programas garantem uma gestão assertiva do conhecimento interno, multiplicando informações e disseminando comportamentos positivos e produtivos.

3. Como identificar as oportunidades de melhoria e se treinamento é a solução?

Diversas são as formas de realizar o levantamento das necessidades de treinamento. Ouvir os gestores, avaliar o desempenho no atingimento das metas (indicadores), realizar entrevistas de desligamentos, diagnosticar carências com base em modelos de competências individuais, diagnosticar o desempenho de equipes, estão entre os mais empregados.

Dependendo do modelo de levantamento utilizado, é possível identificar vocações, habilidades específicas, modelos mentais, características pessoais, preferências e limitações — informações que servem para sustentar planos de desenvolvimento individual, que, por sua vez, deve alinhar as competências profissionais de cada colaborador às demandas organizacionais. Assim, o programa de treinamento pode corrigir fraquezas e potencializar aptidões, explorando corretamente o potencial intelectual e criativo de profissionais e equipes.

O mesmo acontece quando avaliamos as operações críticas e gargalos da organização. Por meio da supervisão direta, é possível perceber se o problema está no processo ou no capital humano. No primeiro caso, é imprescindível buscar a otimização e eliminar as barreiras que limitam a produtividade geral. Na segunda hipótese, é fundamental avaliar se o know-how exigido para aquela função é de domínio dos executores, ou se a carência está na falta de habilidades ou seria o caso de mudança de atitude. Neste caso, será preciso diagnosticar corretamente para oferecer soluções mais adequadas e assistência aos profissionais envolvidos.

É fundamental distinguir entre “oportunidades” que podem e que não podem ser tratáveis por ações de treinamento. A análise das causas reais de um problema deve ser considerada sob o risco de comprometer os investimentos. Responsáveis por recursos humanos precisam de uma análise prévia junto ao cliente/ solicitante, pois equívocos neste momento podem comprometer sua credibilidade para o futuro. Investir em treinamento onde não se justifica sua ação, significa gasto sem favorecer a solução.

Logo, não é possível esperar resultados das ações de treinamentos quando o treinamento não é a solução, quando o treinamento não é recomendado como oportunidade de melhoria. Esta análise precisa ser feita inicialmente pelo gestor e posteriormente no diálogo com recursos humanos. Como exemplo, podemos citar dois casos:

  1. Há um problema no desempenho porque o empregado não está devidamente preparado para exercer a função
  2. Há um problema de desempenho porque não há na área, especificações ou parâmetros para orientar o trabalho do empregado.

Observe que no primeiro caso é nítida a necessidade de atuar com treinamento visando à preparação do empregado para as atividades em que é demandado. Já no segundo caso, embora se observe problemas no desempenho, o empregado não tem claro quais os requisitos e parâmetros são necessários e precisam ser atendidos para melhorar a performance no trabalho.

4. É preciso ter clareza do que de fato se quer mudar após a ação de treinamento

Programas de treinamentos devem ser elaborados com base em resultados desejados, definidos para suportar a estratégia corporativa. Porém, é importante frisar que essas metas (resultados) devem ser ao mesmo tempo, arrojadas e também realistas, de modo a reforçar a motivação e o engajamento de todos.

Assim, o programa de treinamento deve ser estruturado para atender às reais necessidades da empresa — incluindo demandas técnicas, gerenciais, administrativas, operacionais e comportamentais. Questões que envolvam a chegada de novas tecnologias, aquisição de equipamentos e softwares, investimentos em novos projetos, exigências de caráter legal, adequação aos padrões de novos clientes ou mesmo as reciclagens obrigatórias exigem um cuidado especial, exatamente para evitar prejuízos e riscos desnecessários ao negócio.

Paralelamente, é importante realizar uma análise de perfil dos profissionais de modo a mapear as competências que precisam ser desenvolvidas (requeridas para o trabalho). Com todas essas informações, é possível definir as metas (resultados finais desejados) a serem obtidos após o treinamento.

Como avaliar se o investimento em treinamento valeu a pena? Isso só será possível se for definido, antecipadamente, o que se queria mudar. É fundamental que o gestor estabeleça os resultados de forma mensurável, observável. Como exemplo, podemos citar um treinamento que foi realizado para melhorar a qualidade do atendimento aos clientes. É preciso saber, de forma mensurável, qual é o atual nível de satisfação dos clientes. Digamos que 67% estejam satisfeitos. É preciso estabelecer o resultado futuro desejado (pós-treinamento), digamos 80%. Portanto, desde a convocação e comunicação do evento aos participantes, estes precisam saber qual é o alvo (meta) a ser atingido. O gestor precisa obter o compromisso de todos para que os resultados sejam atingidos. Quando recursos humanos seleciona quem vai conduzir o treinamento (solução interna ou empresa especializada em treinamentos), estes devem saber qual é o resultado esperado com a ação do treinamento.

Se você não se tem definido qual é o resultado esperado da ação de treinamento, nem se preocupe em medir.

5. Qual o papel do gestor durante o processo?

O gestor deve buscar o próprio aperfeiçoamento para se tornar um líder autêntico e conduzir seus times com mais eficiência e assertividade, cumprindo seu papel de orientar, suportar, apoiar e incentivar os colaboradores, para que todos possam atingir um rendimento superior.

Embora o gestor possa contar com o apoio de recursos humanos, ele é o principal responsável em determinar quais os resultados finais desejados com as ações de capacitação como visto no item anterior. Logo, ele precisa assumir sua responsabilidade na clareza desses resultados, compartilhando-os com seus empregados que participarão das sessões de treinamento. Ele precisa comunicar de forma assertiva sobre o investimento que será feito para cada participante, quais serão os resultados desejados, e como irá avaliar os mesmos após as ações de treinamento.

O gestor precisará ficar atento ainda, quanto a possíveis barreiras que os treinandos poderão enfrentar no retorno ao trabalho quanto à necessidade de novos recursos e em especial do apoio do gestor para colocar em prática aquilo que foi trabalhado no treinamento.

Fazer o treinamento valer a pena precisa estar no DNA dos gestores. Em geral o que se observa, no entendimento de muitos gestores, é que para eles, a responsabilidade quanto aos resultados em treinamentos é de recursos humanos.

O gestor pode ainda, estimular outras formas de aprendizado mediante iniciativas simples junto a suas equipes — como o job rotation, compartilhamento de notícias e artigos sobre o segmento e o mercado, o planejamento de visitas a fornecedores ou filiais, a participação em feiras e congressos. A delegação e o feedback também fazem parte das responsabilidades deste gestor. Todas essas ações favorecem o desenvolvimento das equipes, aumentando o engajamento e a produtividade.

6. Como engajar os colaboradores para as ações de treinamento?

Um dos aspectos a serem tratados durante o planejamento e execução do programa de educação corporativa é o engajamento dos colaboradores. De fato, é preciso derrubar alguns paradigmas e superar a baixa receptividade inicial. Muitos profissionais carregam memórias negativas, de cursos cansativos, dispensáveis e com conteúdo distante da realidade vivida pelas equipes.

É preciso um cuidado especial quanto a agenda dos eventos e a convocação prévia para que os participantes possam se preparar e assim, obter melhor proveito das ações de treinamento.

Diferentes formatos, metodologias e dinâmicas, além de soluções tecnológicas podem favorecer o aprendizado, promovendo a prática, a experimentação e a interação. E para engajar os colaboradores, é necessário customizar o treinamento de acordo com as necessidades da empresa e as expectativas dos profissionais, considerando as competências que precisam ser desenvolvidas. O segredo é oferecer conhecimentos úteis, que agreguem valor e que tornem a rotina de trabalho mais simples e produtiva.

Discutir e definir como o treinamento deverá ser estruturado é responsabilidade da área de recursos humanos, que compartilha sugestões com os gestores clientes para conduzir as melhores escolhas. Quer o treinamento seja realizado internamente ou por empresa especializada, o responsável por recursos humanos – treinamento deve ser o porta voz das expectativas que se pretende com a ação do treinamento para que o investimento valha a pena.

Além dos treinamentos presenciais, plataformas de ensino, cursos online, vídeos, e aplicativos também podem ser explorados para oferecer diferentes formas de acesso aos treinandos. O avanço da tecnologia não pode ser ignorado e essas facilidades precisam ser incorporadas no dia a dia das equipes. Palestras, vídeo aulas, documentários e e-books podem enriquecer os esforços em treinamento, garantindo dinamismo, diversidade e atratividade.

Assim, cabe ao RH acompanhar as tendências do setor e adotar as práticas que mais se enquadrem às necessidades corporativas. Ao mesmo tempo, os gestores devem assumir o papel de facilitadores, incentivando o aprendizado e desmistificando a visão distorcida que ainda existe sobre a efetividade dos programas de treinamento.

7. Quando utilizar instrutores internos e quando contratar empresas especializadas?

Durante o planejamento do programa, é fundamental realizar uma análise sobre quais treinamentos serão desenvolvidos internamente e quais serão contratados de fornecedores/ consultorias especializadas. Essa definição precisa considerar, principalmente, a complexidade dos temas e se há instrutor interno com a competência requerida.

Em geral, cursos conduzidos por instrutores internos devem estar direcionados a cultura, políticas e normas de conduta corporativas, bem como aos processos/ tecnologia de domínio da empresa. Já os treinamentos técnicos, exigidos pela aquisição de novas tecnologias e equipamentos, podem ser contratados externamente. O mesmo acontece com treinamentos com foco em gestão estratégica, gestão comercial, gestão financeira e especialmente programas comportamentais mais elaborados, que visam mudanças mais significativas no dia-a-dia dos treinandos, nas equipes ou para o desenvolvimento de novas lideranças.

Empresas classe mundial, em geral dispõem de instrutores internos para alguns programas, no entanto, sabem da importância de contratar consultorias de treinamento externas por serem especialistas no desenvolvimento e condução de programas, oxigenando os conteúdos trabalhados internamente. Além disso em diversos casos prevalece aquela máxima de que “santo de casa não faz milagres”. Outras vezes, o convívio continuado entre instrutores e treinandos em especial quando se tratam de lideranças sofrem desgastes naturais pelas relações do dia a dia.

8. Cuidados com a agenda, infraestrutura, mídia e material didático para as ações de treinamento

Nos casos em que a opção é por soluções internas, é fundamental listar todos os recursos necessários para a implementação do programa. A compra de softwares, aparelhos e licenças para acesso à cursos, deve ser feita com antecedência. O material didático também precisa ser produzido com cuidado — principalmente quando a empresa pretende elaborar cursos EAD ou portais de ensino corporativos.

Em alguns casos, também é preciso adquirir meios complementares, como equipamentos de áudio e vídeo, simuladores, projetores e material de escritório.

Outro fator determinante para o sucesso do programa de treinamento é a agenda dos profissionais envolvidos. O calendário deve sempre buscar uma convergência, para que não haja nenhum tipo de sobrecarga para as equipes. É essencial compreender que os treinamentos demandam tempo e dedicação e, por isso, afetam diretamente a rotina de trabalho. Vale lembrar que um calendário inadequado pode prejudicar a produtividade individual e coletiva, além de afetar a credibilidade e a receptividade do programa junto aos treinandos.

Quando a opção é contratar empresas especializadas, em geral estas desenvolvem e reproduzem o material didático e todos os demais recursos necessários em sala de aula. Cabe a recursos humanos dispor de salas equipadas, livres de interferências, recursos de projeção multimídia e providências quanto ao coffee-break.

Outra providência de recursos humanos é quanto à necessidade de insistir/ negociar orçamento e provisionamento financeiro para suportar os investimentos em programas de treinamento. Quando a cultura do aprendizado ainda não está consolidada, é comum haver desvios destes valores para outras contas, principalmente em épocas de crise. Entretanto, esses cortes restringem os resultados finais e interferem fortemente na motivação e no engajamento dos colaboradores.

9. Realizando as ações de treinamento

A implementação do programa de treinamento é sempre uma etapa crítica, por isso, o ideal é começar com algumas turmas “piloto”. Assim, é possível observar problemas, corrigir falhas e providenciar os ajustes necessários, antes do início oficial. O RH deve acompanhar as agendas, a disponibilidade dos recursos, o desempenho dos instrutores e a avaliação dos próprios profissionais.

Nesta fase, detalhes podem fazer muita diferença, então, nos cursos presenciais, é preciso verificar a pontualidade, a disciplina durante o treinamento e a confirmação prévia dos treinandos – para a montagem correta da sala e a disposição do material. Já para os treinamentos online, é fundamental acompanhar diariamente as taxas de acesso, conclusão e aprovação de cada curso oferecido.

Depois das turmas “piloto”, é possível dar sequência ao programa mantendo o monitoramento constante. O diálogo com os gestores e com os colaboradores, deve fazer parte das tarefas do RH, com a finalidade de coletar percepções, ideias e sugestões, que possam contribuir com os resultados finais.

É preciso salientar ainda, que treinamentos pontuais não bastam, por isso, o programa de treinamentos deve ser incorporado à cultura da corporação, fazendo do aprendizado, um hábito entre todos os profissionais. Por isso, é essencial que o planejamento conte com cronograma que atenda as demandas corporativas a curto, médio e longo prazos. Desta maneira, a empresa reforça a gestão do conhecimento, desenvolve novas competências e mantém as equipes atualizadas.

10. Níveis de avaliação para treinamento: Como estabelecê-los?

Um dos mais conhecidos modelos de avaliação de resultados em treinamento foi criado pelo americano Donald Kirkpatrick. A abordagem de Kirkpatrick propõe que a avaliação da qualidade e da efetividade do treinamento deve ser enquadrada em quatro níveis – que devem ser considerados na concepção, na execução e na mensuração dos resultados do programa. Esses quatro níveis são:

Nível 1 – Reação

O primeiro nível mede a satisfação e a reação dos participantes à proposta do programa e também, o grau de atendimento as expectativas das equipes envolvidas.

Nível 2 – Aprendizado

O segundo nível mensura o progresso dos participantes quanto ao conteúdo apresentado através de testes. A aprendizagem pode ser confirmada quando os colaboradores ampliam seus conhecimentos ou aperfeiçoam suas habilidades.

Nível 3 – Comportamento

O terceiro nível mede a taxa de transferência do conteúdo aprendido para o ambiente de trabalho. Esse item avalia a mudança de comportamento produzida pela participação no treinamento.

Nível 4 – Resultados

O quarto nível mede o impacto do programa de educação corporativa pela relação custo x benefício. Ele mede qual o benefício gerado em relação ao investimento realizado.

Assim, é fácil perceber que todos os níveis estão conectados e que há uma grande interdependência. Por isso, Kirkpatrick sugere a criação de uma cadeia de evidências que possam demonstrar os efeitos do programa de treinamento e a sua contribuição para o negócio. Dados quantitativos e qualitativos devem representar os quatro níveis de avaliação e esse conjunto, têm a finalidade de confirmar a influência positiva da capacitação, na produtividade das equipes e nos principais resultados da empresa.

Nível 5 – ROI – Retorno sobre investimentos

O quinto nível, desenvolvido por Jack Phillips, mede o retorno sobre o capital investido nas ações de treinamento, podendo ser feito para cada treinamento ou para toda a programação do período.

Nível 6 – Indicadores (BSC)

O sexto nível, parte de nossa expertise acumulada ao longo de anos apresentando treinamentos para equipes de RH. Em nosso entendimento nenhum dos modelos anteriores atende integralmente todas as necessidades de medição. Assim, tomamos a liberdade de associar o sexto nível à filosofia do Balanced Scorecard – modelo de gestão desenvolvido por David Norton e Robert Kaplan. Este modelo, parte do entendimento que as organizações em geral, precisam gerar resultados aos acionistas/ patrocinadores e estes resultados advém de clientes. Resultados com clientes são obtidos pelo valor criado nos processos internos e estes por sua vez, dependem da capacidade da organização de criar e sustentar a capacidade de aprendizado e crescimento.

O sexto nível, privilegia o uso de indicadores financeiros e não financeiros que numa relação de causa e efeito nos prova a contribuição de cada ação de treinamento nos esforços corporativos. Podemos citar o exemplo de um treinamento sobre negociação em vendas. Como resultado, ele precisa provar através de indicadores, o aumento na taxa de conversão de vendas, aumento na base de clientes ativos, aumento no ticket médio de vendas entre outros. Todos esses esforços apoiam o aumento das vendas que apoia o aumento do lucro, etc.

11. Conclusão

O treinamento de equipe é foco das principais estratégias do universo corporativo. Lideranças e times competentes e qualificados são fundamentais para a competitividade de qualquer organização.

Um programa de treinamento bem elaborado produz muitos benefícios, como a eliminação de lacunas ou monopólios de conhecimento, a capacitação antecipada das equipes para novos desafios, a redução de despesas com falhas internas, a diminuição das burocracias e a conquista de processos mais ágeis e otimizados. Além disso, competências comportamentais — como liderança, negociação, a persuasão, inteligência emocional, trabalho em equipe – também podem ser aperfeiçoadas, garantindo relações mais colaborativas e um ambiente de trabalho mais produtivo.

Programas de educação corporativa não devem, no entanto, carregar uma expectativa imediatista. Afinal, para ser estratégico, é preciso enxergar as demandas futuras, prever as necessidades e planejar a capacitação dos colaboradores a curto, médio e longo prazos visando proporcionar condições que garantam resultados extraordinários para a organização de forma contínua e sustentável.

Minha proposta com esse texto foi o de resgatar a importância e o papel que gestores e profissionais de recursos humanos tem quanto a fazer os treinamentos valerem a PENA!

Para saber mais sobre gestão, leia também: Por que as empresas precisam investir nas lideranças?

A CR BASSO Educação Corporativa é uma empresa especialista no entendimento de necessidades, desenvolvimento de conteúdos e aplicação de soluções através de cursos, programas de liderança e avaliação de resultados em treinamentos.

Temos expertise também no diagnóstico de Equipes e/ou de Lideranças para gerar planos de desenvolvimento profissional.


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Qual a diferença entre líder e chefe e por que isso importa na sua empresa?

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No Brasil 42% dos treinamentos são direcionados à formação de líderes. Isso mostra que, cada vez mais, as empresas se preocupam em formar e desenvolver líderes, e não chefes.

A diferença entre líder e chefe é bastante discutida no mercado, mas ainda suscita diversas dúvidas. Afinal, quais são os limites que definem um ou outro posicionamento? Por que ser líder e não ser chefe? É o que veremos no post de hoje. Confira o que será abordado nesse post:

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A importância de avaliar desempenho e o modelo por competências

A importância de avaliar desempenho e o modelo por competências

No universo corporativo, investir em gestão de pessoas é fundamental para que a organização se mantenha competitiva no mercado. Para tanto, ela precisa investir em educação e capacitação de seus funcionários no intuito de potencializar processos e inovar, afinal, pessoas qualificadas entregam melhores resultados.

As organizações buscam atrair e selecionar profissionais que compartilham de seus valores e crenças e utilizam sistemas de reconhecimento para estimular e garantir desempenhos considerados adequados e desejáveis às suas realidades.

A premissa básica é a de que os profissionais da empresa precisam aprender a identificar suas próprias competências, necessidades, pontos fortes e fragilidades. O papel dos superiores, bem como da área de recursos humanos, passa a ser o de ajudar o avaliado a relacionar seu desempenho às necessidades e realidade da organização.

Neste post, falaremos melhor sobre uma das ferramentas utilizadas em gestão de pessoas – a avaliação de desempenho, que permite ao gestor entender quais pontos precisam ser potencializados em cada funcionário para que os resultados sejam mais efetivos. Confira o que será abordado nesse post:

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Redução de gastos: Como isso afeta o setor de Recursos Humanos?

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O Brasil está vivendo um momento delicado na economia. A estimativa do Banco Central é de que o PIB sofrerá um encolhimento de 3,83% até o final de 2016. Diante disso, muitas empresas estão trabalhando com redução de gastos (*) para se manterem competitivas e rentáveis.

O problema é que quando os cortes não são bem planejados, podem se voltar contra o negócio. E, muitas vezes, áreas como a de recursos humanos podem sofrer impactos significativos.

É sobre isso que conversaremos neste artigo. Você verá como a redução de gastos de uma empresa pode impactar a condução de projetos, a manutenção da qualidade, a produtividade e até o clima organizacional. Também terá dicas para evitar que os cortes nos gastos sejam um martírio para o RH. Acompanhe!

(*) A palavra gastos pode tanto se referir a custos, como despesas ou mesmo investimentos. Confira o que será abordado nesse post:

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Liderança e motivação: Por que esses dois fatores andam sempre juntos?

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Para falar de liderança é necessário entender de fato o que essa palavra significa. Ser líder é ser capaz de inspirar equipes, independente do cargo que se ocupa na empresa. Às vezes, existem bons líderes que também ocupam cargos de chefia, mas isso não é uma regra. Existem colaboradores em diferentes posições na empresa que são líderes por excelência.

Já a motivação, vem de movere (latin) o que significa mover-se em direção a algo. Expressa um movimento, uma ação da pessoa na direção do que ela quer obter. É uma característica capaz de manter o indivíduo sempre com o olhar para frente, não quer dizer que ele esteja sempre feliz, como muitas pessoas pensam, mas que ele mantém um olhar sobre a vida ativo, que o faz tomar decisões no presente, favorecendo-o no futuro. Pessoas não são motivadas, pessoas se auto motivam e para isso elas precisam de motivo, precisam de razões.

Mas qual a ligação entre esses dois conceitos? Por que liderança e motivação estão sempre juntas? Não é algo trivial. A posição de liderança expressa ações capazes de manter o liderado automotivado, mas isso não é uma obrigação do líder, é quase que uma atitude natural. Os líderes sentem a necessidade de se automotivarem constantemente se quiserem inspirar outros a também se motivarem. O líder é a pessoa que dá motivos, razões, para que um liderado se motive. Em relação a essa atitude, algumas características são importantes. Confira o que será abordado nesse post:

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Dentro de uma empresa é comum que cada profissional, concentrado em suas atividades, responsabilidades e desafios, perca a visão do conjunto — ou seja, da equipe. Quando isso acontece as relações interpessoais começam a se deteriorar: o clima organizacional torna-se negativo, surgem desentendimentos e disputas internas, o trabalho fica desalinhado. Em outras palavras, quando as relações interpessoais desandam, toda a empresa sofre.

Para saber como contornar esse tipo de problema, é saudável estimular as boas relações interpessoais. É possível fazer isso de maneira criativa e respeitando os limites de cada profissional. Confira o que será abordado nesse post:

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O estilo de gestão adotado pela empresa tem sempre grande influência nos índices de motivação no ambiente de trabalho. Por isso, o gestor precisa desenvolver competências técnicas, gerenciais, administrativas e comportamentais para ser capaz de conduzir seus liderados com eficiência, mantendo o foco nos resultados. Nesse sentido, o primeiro passo é investir em cursos de atualização, especialização e pós-graduação, que garantam o conhecimento necessário para a tomada de decisões assertivas, bem como para a gestão da equipe, condução e monitoração dos projetos e gestão pelos indicadores. Entretanto, inteligência emocional, humildade, resiliência, argumentação e comunicação interpessoal são habilidades essenciais do líder na construção de um clima colaborativo e agregador.

A melhor maneira do gestor para assegurar a motivação do time, é liderar pelo exemplo. Isso inclui transparência, ética, imparcialidade, coerência, autoconfiança, perseverança e humildade. Esse posicionamento do líder serve para inspirar os liderados a assumirem uma conduta semelhante – o que favorece as relações, a coletividade e, claro, a produtividade geral.

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Se os colaboradores de sua empresa vivem entregando tarefas fora do prazo ou acabam esquecendo do que devem fazer, então sua gestão de pessoas sofre de uma situação bastante comum, mas que pode ser rapidamente revertida com o apoio de algumas técnicas de gerenciamento de tempo.

O problema é que muitos líderes acabam ignorando os efeitos que o aumento da produtividade pode ter em suas empresas, por isso, uma das primeiras tarefas de quem irá apresentar um projeto de treinamento focado em gerenciamento de tempo é encontrar um meio de mensurar esse avanço.

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Pessoas difíceis no trabalho: Como lidar?

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No ambiente do trabalho, não é raro ouvir comentários do tipo: Fulano é tão difícil! O que significa isto? Que a pessoa é sempre difícil? Mas, se pensarmos bem, sempre há alguém que consegue conviver e se adaptar a ela, como se fosse fácil. Qual é o segredo desta pessoa? Submissão total? Sorte? Pode ser que não. Inicialmente vale explicar que pessoa difícil é um rótulo e que ninguém corresponde a um simples rótulo. Pessoas são bem mais complexas. Comportamentos é que podem ser mais difíceis para uns do que para outros. Vamos ver como se costuma lidar com eles. Confira o que será abordado nesse post:

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Guia de Educação Corporativa para a sua empresa

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1. Introdução

O mercado atual exige, cada vez mais, grande capacidade de adaptação e inovações constantes das empresas. Nesse cenário, investir na capacitação e no desenvolvimento dos colaboradores é uma iniciativa essencial para aumentar a competitividade do negócio e obter destaque em meio a um cenário tão competitivo. E é nesse ponto que a Educação Corporativa entra como componente fundamental no planejamento estratégico de uma empresa, uma vez que tem como grande objetivo desenvolver e fazer a gestão de pessoas para reter talentos e alcançar os objetivos da organização.

Continue lendo o nosso guia e conheça mais sobre a Educação Corporativa e saiba como implementá-la de forma eficaz na sua empresa! Confira o que será abordado nesse post:

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Como contribuir para o desenvolvimento de líderes na sua empresa?

O líder é o responsável por facilitar, acompanhar e avaliar o desempenho de uma equipe. Ele é a ponte entre os objetivos da empresa e os anseios dos funcionários. A liderança deve inspirar profissionalismo, ética e comprometimento para que os liderados busquem resultados cada vez mais satisfatórios.

Investir no desenvolvimento de líderes garante que o desempenho dos times que eles comandam esteja sempre alinhado com o planejamento estratégico adotado pela empresa, colaborando assim, com o crescimento e a evolução do negócio.

Continue acompanhando este post e saiba como contribuir para o desenvolvimento de líderes na sua empresa. Confira o que será abordado nesse post:

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Como medir e otimizar os resultados em treinamento

Como medir e otimizar os resultados em treinamento

Na nova economia o capital humano assume importância fundamental na criação de valor. Estudos indicam que até 85% do valor das organizações baseiam-se em ativos intangíveis. A Globalização nos negócios, o desenvolvimento tecnológico, o forte impacto das mudanças e o intenso movimento pela qualidade e produtividade, vêm exigindo cada vez mais de nossos protagonistas e, isso requer capacitação e qualificação profissional.

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Vale a pena investir em um programa de educação corporativa?

Vale a pena investir em um programa de educação corporativa

Certamente, você tem visto muitos conteúdos na internet, em sites sobre Gestão de Pessoas e RH, falando sobre a “Educação Corporativa”. Trata-se de estabelecer programas alinhados a uma política sólida e bem implementada de incentivo à capacitação dos colaboradores de uma empresa. Porém, apesar do assunto estar ganhando mais atenção e popularidade no meio empresarial, programas de Educação Corporativa ainda não são compreendidos completamente e há muitas dúvidas em torno do tema. A principal dúvida é: Vale a pena, realmente, investir em um programa de educação corporativa?

Descubra a resposta para essa pergunta no nosso artigo de hoje!

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Os 7 mandamentos da liderança corporativa eficiente

Exemplos de grandes lideranças não faltam na história. Apesar de, muitas vezes, adotarem posturas diferentes, todos parecem carregar consigo algo em comum: um bom líder não move apenas a razão, mas também as emoções, fazendo com que cada pessoa consiga se identificar com a coletividade e se empenhe em um objetivo comum.

Além disso, é o líder quem consegue extrair o melhor de cada um, potencializando as qualidades não somente do grupo, mas também de cada indivíduo. O líder, portanto, é aquele que consegue criar coesão onde existe caos.

No meio empresarial, a figura do líder é muito importante, evidentemente. Afinal, colaboradores que estejam empenhados e motivados a perseguir o mesmo caminho, certamente terão mais êxito.

Acontece que muitos profissionais ainda acreditam que o cargo de chefia é o suficiente para se autoproclamarem líderes. Esse é um grande equívoco. Na verdade, para ser reconhecido pelo grupo, o líder precisar reunir uma série de atributos e observar alguns princípios fundamentais, comuns a todas as lideranças históricas que mencionamos anteriormente.

Neste post, vamos falar sobre os 7 mandamentos da liderança corporativa eficiente. Confira o que será abordado nesse post:

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Educação corporativa: 10 soluções criativas para a sua empresa

A competitividade e a globalização do mercado exigem cada vez mais das empresas. Características como capacidade de adaptação, inovação e melhoria contínua tornaram-se essenciais para a sobrevivência e crescimento dos negócios. Para aperfeiçoar a entrega e o nível de competitividade de uma empresa é necessário que os seus funcionários atendam a esse ritmo e desenvolvam suas capacidades pessoais.

É nesse ponto que a educação corporativa aparece como parte primordial da estratégia das empresas. Essa é uma excelente ferramenta para desenvolver funcionários e gerar conhecimentos que estejam de acordo com os objetivos do negócio, aumentando o comprometimento e facilitando a retenção de talentos.

A grande pergunta que fica, no entanto, é como proporcionar um programa adequado de educação corporativa que seja eficiente e, ao mesmo tempo, engaje os colaboradores. Continue lendo o nosso artigo e conheça 10 soluções criativas para a sua empresa nesse sentido!

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Qualidade de Vida como um investimento para as organizações

O funcionário como colaborador

Foi-se o tempo em que o funcionário era visto apenas como uma força de trabalho. Hoje, até a sua terminologia mudou, passando a ser “colaborador” – aquele que contribui com a organização. Contudo, essa contribuição deve ser mútua e trazer benefícios para ambos, de forma que haja interesses em comum.

Pesquisas comprovam que, cada vez mais, esses profissionais que querem se desenvolver na carreira e contribuir de forma efetiva com a organização, estão buscando empresas que se preocupem com sua saúde e bem estar. Esse novo modelo organizacional pode ser confirmado através de premiações brasileiras e internacionais, que reconhecem os investimentos e esforços de grandes companhias com o conceito e a prática da qualidade de vida nas organizações.

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Você sabe como gerir seus talentos?

Gestão Estratégica de Capital Humano na Retenção de Talentos

É fato que existem poucos profissionais realmente capacitados disponíveis no mercado de trabalho para atender as necessidades das empresas, e a busca e retenção desses talentos é hoje um dos maiores desafios das organizações. Mais do que encontrar esses profissionais e oferecer atrativos remuneratórios e de crescimento de carreira, estão às ações que a companhia disponibilizará para que esse talento se sinta engajado, motivado e que alcance seus resultados pessoais e profissionais, dentro e fora dos muros da organização.

Parte desse engajamento está nas mãos do gestor de pessoas, figura essencial para que todo o capital humano da organização esteja envolvido e alinhado com a missão e valores da empresa. É por meio dele que a gestão de talentos é concretizada, através de processos estratégicos que identifiquem competências, reconheçam boas práticas e mensure resultados. O fato é que muitos acreditam que só é possível gerir talentos com uma boa gestão de relacionamento, já que estamos tratando de pessoas.

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A Excelência no Desenvolvimento de Pessoas e o Balanced Scorecard

Pessoas + Competências = Resultados

Cada vez mais os Clientes querem resultados nas intervenções em gestão de pessoas, quer nos projetos de consultoria, quer nos programas de treinamento. Nossa crença como provedores de solução em processos de aprendizagem e consultoria em Recursos Humanos é pela ampliação nas empresas da gestão baseada em competências, o que pressupõe a implantação e implementação de programas de mapeamento, avaliação, feedback, e planos de desenvolvimento para suprir e fortalecer os gaps profissionais identificados. Porém, tão importante quanto, é implantar um sistema de mensuração do desempenho para a gestão e melhoria da performance futura.

Tempos difíceis dirão alguns, instável dirão outros, desafiador, incerto e de mudanças descontínuas. Tudo isso vale quando nos referimos ao competitivo mundo corporativo. A certeza que temos é que continuará assim, exigindo ainda mais de cada gestor. A todo tempo “somos” convidados a rever nossas crenças – nossos paradigmas. Refletir até que é possível, mudar… bem, isso é mais complicado. Segundo John Maynard Keynes, “A maior dificuldade não está em persuadir as pessoas a aceitar novas ideias, mas em persuadi-las a abandonar as antigas”. Confira o que será abordado nesse post:

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Conheça mais sobre CRM – Customer Relationship Management

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O CRM COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO DE NEGÓCIOS

O CRM é uma estratégia de gestão de negócios através do relacionamento com o cliente, para a realização de maior lucratividade e ganhos de vantagem competitiva, destacando para isto a participação da tecnologia como forma de automatizar os diversos processos de negócio, como vendas, marketing, serviços ao consumidor e suporte a campo. O CRM integra pessoas, processos e tecnologia para otimizar o gerenciamento de todos os relacionamentos, incluindo consumidores, parceiros de negócios e canais de distribuição.

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A Grave Problemática da Corrupção

Conforme o dicionário, corrupção é adulterar, corromper, estragar, viciar-se.

Nos dias em que vivemos, muito se tem falado a respeito da corrupção. E, quase sempre, direcionando as setas para os poderes públicos.

Pensamos que corrupção esteja intimamente ligada aos que exercem o poder público.

Ledo engano. Está de tal forma disseminada entre nós, que, com certeza, muito poucos nela não estejamos enquadrados.

Vejamos alguns exemplos.

Quando produzimos algo com qualificação inferior, para auferir maiores lucros, e vendemos como de qualidade superior, estamos sendo corruptos.

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Voluntariado e Organização: uma parceria consciente

Mais do que uma ação social que tem como objetivo contribuir com pessoas e projetos em uma sociedade, a prática do voluntariado tornou-se uma competência muito admirada no mercado de trabalho. O sentimento de solidariedade, cidadania e participação social apresenta ao gestor e/ou RH, características primordiais para exercer funções na rotina corporativa como espírito de liderança, colaboração, facilidade em trabalhar em equipe, envolvimento nos processos das empresas e, por isso que essa prática é vista por muitas empresas como requisito decisivo no momento da contratação ou promoção de um cargo.

Contudo, para que isso seja possível, o colaborador deve estar engajado em não só mostrar a empresa a sua capacidade de se envolver em projetos sociais, e sim em tornar o voluntariado uma ação de solidariedade, respeito e comprometimento com o próximo dentro e fora dos muros da empresa. Confira o que será abordado nesse post:

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Por que as empresas precisam investir nas Lideranças?

Por que as empresas precisam investir nas Lideranças

É fato que diversas são as variáveis que interferem no desempenho e resultados obtidos por empresas e instituições e é certo também que o fator mais relevante é a forma como gestores interagem para apoiar os melhores resultados. Quando nos referimos ao “líder”, enaltecemos o profissional visionário, proativo, que assume riscos calculados, exerce autonomia, desenvolve pessoas, sabe delegar, tem senso de responsabilidade entre outros atributos.

No atual cenário de expectativas, as organizações precisam de líderes comprometidos com a geração de melhores resultados às partes interessadas e que reconheçam a importância da gestão sustentável na preservação da organização. Precisam ser perseverantes no conhecimento e na prática de modernos modelos de gestão, que saibam trabalhar de forma integrada com outras pessoas e áreas – visão sistêmica e que estimulem constantemente a motivação e o crescimento de suas equipes.

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Gestão nas Contratações de Terceiros

O grande desafio do empresário e empreendedor brasileiro frente à instabilidade econômica nacional e global é reduzir seus custos sem diminuir a qualidade no fornecimento de produtos e serviços.

A terceirização faz com que se ganhe especialidade, inovação tecnológica (mais qualidade), maior eficácia e aumento de competitividade, acarretando em redução de custo à empresa e ao destinatário final.

Um levantamento feito pelo Gartner Group aponta que o mercado de terceirização no Brasil movimentou algo em torno de U$$ 4.8 bilhões de dólares em 2013, mesmo que apenas 10% das empresas brasileiras adotem a prática, ante 70% nos EUA e 50% na Europa. No setor industrial, 54% das empresas situadas no Brasil utilizam, ou utilizaram nos últimos três anos, a terceirização; os trabalhadores terceirizados representam 14% da força de trabalho do setor (fonte: CNI). Há, portanto, muito espaço para a expansão deste setor no mercado interno.

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Avaliação de Resultados em Treinamento

Educação Corporativa – por que é importante investir?

Na nova economia o capital humano assume importância fundamental na criação de valor. Estudos indicam que até 85% do valor das organizações baseiam-se em ativos intangíveis. A globalização dos negócios, o desenvolvimento tecnológico, o forte impacto das mudanças e o intenso movimento pela qualidade e produtividade, vêm exigindo cada vez mais de nossos protagonistas e isso requer capacitação e qualificação profissional.

Investir em pessoas é investir no ativo que irá fazer a diferença na organização, pois são as pessoas que mantém relacionamentos com clientes e fornecedores, são elas que decidem, se comunicam, fazem as escolhas, melhoram processos, enfim o ativo mais importante de uma organização.

É fato que existe uma ênfase crescente por parte do RH em demonstrar que os programas de T&D devem fazer parte do conjunto de investimentos estratégicos da organização e ao mesmo tempo, os altos executivos questionam se os investimentos em treinamentos realmente valem a pena. A questão então é como provar.

“Aqueles preocupados com o custo da educação deveriam antes considerar o custo da ignorância”.

Derek Bok – Ex-Reitor da Universidade Harvard

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Uso Inteligente do E-mail: Você sabe o que é isso?

Uso Inteligente do E-mail: Você sabe o que é isso

Por que, muitas vezes, uma coisa que deveria facilitar a vida nos faz perder mais tempo e gera frustração e estresse?

Deixe-me ser mais específica: por que caem em nossa caixa de mensagens tantos e-mails confusos, desconexos, mal escritos ou que não precisaríamos receber? Por que escrevemos um e-mail para confirmar ou “oficializar“ um simples pedido que fizemos ao colega da mesa ao lado?

A comunicação eletrônica veio para ficar. Nasceu para ser uma ferramenta eficaz nos negócios e nas relações entre pessoas e empresas.

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A gestão estratégica da responsabilidade social nas empresas

A gestão estratégica da responsabilidade social nas empresas

Gestão da Responsabilidade Social

Cresce a cada ano a implantação de programas de responsabilidade social nas empresas brasileiras e deverá crescer ainda mais com a entrada em vigor da ISO 26000, específica sobre o tema, prevista para 2008.

Essa norma certamente fará com que esses programas, hoje ainda concentrados predominantemente em grandes empresas, sejam praticados também pelas médias e pequenas, como ocorreu com a ISO-9000.

Mas, implantar programas de responsabilidade social para quê? Para mostrar que os empresários têm bom coração, respeitam ao próximo e o meio-ambiente ou têm sensibilidade quanto à cidadania? Evidentemente que não. Esses aspectos são apenas parte de um contexto, muito mais abrangente: a utilização dos programas de responsabilidade social como instrumento estratégico, ou seja, direcionados para efetivas ações socioambientais que deem maior competitividade à empresa.

Apesar de ter melhorado nos últimos anos, ainda há, em nosso país, mal entendimento e certa dispersão a respeito da responsabilidade social nas empresas.

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Como pedir Aumento

Como pedir aumento

Em primeiro lugar o profissional deve fazer um levantamento de qual tem sido sua contribuição à organização em que trabalha. Isso exige uma autoanálise e imparcialidade. Deve também levar em conta os feedbacks recebidos de seu gestor, bem como; sua avaliação por desempenho e competência, seus trabalhos mais recentes, sua iniciativa, espírito de equipe, foco nas relações de cliente interno e externo, nível de colaboração dentro da equipe, colaboração com outras equipes etc.

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Novos desafios exigem novas competências

Novos desafios exigem novas competências

A dinâmica das organizações

A dinâmica das empresas tem sido um grande desafio para quem estuda ou quer entender como elas funcionam. É tudo rápido, algumas vezes inusitado e outras, inexplicável. Nessa ciranda, nem sempre é fácil para o profissional saber o que se espera dele, como pode dar o seu melhor.

Com tantas idas e vindas, novos modelos e modismos, está cada vez mais clara a necessidade de esse profissional investir em seu desenvolvimento e autoconhecimento.

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Contratação de Executivos que é um Sucesso

Contratação de Executivos que é um Sucesso

A oferta de mão-de-obra é grande. Mesmo assim, não é fácil contratar a pessoa certa. Muitas empresas têm feito a decisão de contar com a experiência da consultoria externa. Buscam suporte de quem dispõe de ferramentas eficazes de seleção, sem perder tempo e foco na cultura da organização. Confira o que será abordado nesse post:

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Marketing – Uma questão de atitude?

Marketing - Uma questão de atitude

Muitas vezes, tenho me deparado com rios de dinheiro investidos no tal Marketing, pois, afinal de contas, é o “jeito moderno” de encarar o mercado e entender esse cliente que mudou tanto e vai continuar mudando sem parar.

Todos os empresários, principalmente os do varejo, enchem a boca quando dizem que se preocupam em “fazer marketing” e, lamento, é exatamente aí que me surpreendo, para não dizer me assusto.
Será que gosto do meu cliente? Será que sei, efetivamente, quem é meu cliente? Sei do que ele realmente precisa?

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Planejamento de Carreira – Parceria para Profissionais Demitidos

Planejamento de Carreira - Parceria para Profissionais Demitidos

Depois de meses de poucos negócios e muitas incertezas com o clima político e econômico, as empresas se mantêm reticentes e ninguém está totalmente livre das demissões, sejam elas compulsórias ou voluntárias.

Nesse contexto, mesmo com uma postura social mais responsável, as empresas nem sempre encontram muitas respostas para pressões como aumento de custos, redução das vendas, ações da concorrência entre outras. Para contrabalançar essas defasagens, a dispensa de recursos humanos não está descartada.

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A arte de argumentar com competência

A arte de argumentar com competência

Segundo o senso comum, argumentar é vencer alguém, forçá-lo a submeter-se a nossa vontade; Talvez esta definição não seja a correta!

Seja em família, no trabalho, no esporte, na política, saber argumentar é, em primeiro lugar, saber integrar-se ao universo do outro, ou seja, ser empático.

Argumentar é a arte de convencer e persuadir, é entender a razão do outro, demonstrando, provando; significa não estar contra o outro e sim junto ao outro.

Afinal não é fazer o outro engolir o nosso ponto de vista a qualquer custo e sim haver parcimônia e bom senso naquilo que está sendo exposto pelos dois lados.

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Mudanças são constantes para as secretárias

Mudanças são constantes para as secretárias

Mudanças – Uma constante na vida das Secretárias

Mudar, transformar, refazer, renovar-se. Nas empresas competitivas, mudança não é uma opção, é o único caminho, mesmo que carregada de expectativas, insegurança e temor.

Se tudo muda tanto e tão rapidamente nos negócios, por que não mudariam os papéis profissionais? Por que a profissional que atua como secretária ficaria fora dessa dinâmica?

O papel da secretária mudou, está mudando e não há indícios que essa mudança irá parar tão cedo. A maneira como víamos essa profissional também começa a mudar: ela não é mais quem segura informação, nega ou bloqueia acesso; é sim quem tem um papel estratégico, é fonte de informação, ponto de difusão da comunicação e faz a mediação entre o executivo e clientes, clientes potenciais, equipe.

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Treinar para crescer ou crescer para treinar?

Treinar para crescer ou crescer para treinar

Quando e como investir em treinamento é uma decisão difícil para as pequenas e médias empresas. Isso porque para muitas delas as iniciativas nessa área têm sido ocasionais ou um típico “apaga incêndio”. Podemos imaginar que nessas empresas não haja uma cultura de valorização do desenvolvimento, mas isso seria generalizar ou partir para elucubrações.

As pequenas e médias empresas têm grande potencial de geração de renda e emprego, estruturas mais flexíveis e muitas vezes, mais ágeis. Seus desafios estão principalmente no acesso à tecnologia e inovação e na dificuldade em obter recursos para investimentos e crescimento.

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Marketing de Relacionamento

Marketing de Relacionamento

1- Quais as principais estratégias utilizadas pelas empresas para angariar clientes? Elas realizam pesquisas ou projetos para isso?

O plano de marketing é a resposta. As estratégias devem estar contidas no plano de marketing. Empresas bem sucedidas constroem seu plano de marketing como forma de guiar seu futuro. O planejamento de marketing deve ser precedido de pequisas de mercado e com o uso do SWOT ANALISYS (identificação de pontos fortes e fracos, oportunidades e ameaças). Deve ainda se relacionar ao posicionamento estratégico e apelo definido, além de considerar a segmentação de mercado e o composto do marketing: produto, preço, promoção (comunicação) e ponto de venda (distribuição). Quando falamos em estratégias, falamos em escolhas. As escolhas, portanto, referem se às linhas de ação escolhidas para ter sucesso no mercado.

São exemplos de estratégias para conquista de clientes:

  • Lançamento de novos produtos ou serviços;
  • Expansão dos canais de vendas, permitindo maior acesso pelo cliente através da construção de alianças/ parcerias;
  • Investimentos na construção de marca;
  • Investimentos na expansão e capacitação da força de vendas;
  • Promoções;
  • Programas de relacionamento (fidelidade);
  • Entre outros

Confira o que será abordado nesse post:

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Atitude Profissional

Atitude Profissional

Um dia li uma frase que me chamou a atenção: Num mundo tão cheio de maravilhas,com tantas coisas excitantes para fazer,é uma vergonha tanta escolha para apenas existir, ao invés de viver.

Viver é um ideal que tentamos atingir enquanto existimos. Por isso algumas (ou muitas) coisas acontecem de um modo diferente daquele que lemos em poesias e romances, assistimos nas novelas, presenciamos ou ouvimos de terceiros.

E há um detalhe que passa despercebido para a grande maioria, inclusive nós mesmos: hoje somos diferentes de ontem, física e mentalmente falando. Não abraçamos a mesma pessoa do mesmo modo que ontem, já vivemos experiências nesse período, e elas nos transformaram; não beijamos as pessoas com o mesmo sabor de ontem, nossos corpos são formados de hormônios que sofrem mutações em razão do correr do tempo e daquilo que assimilamos durante nossas existências, então, por conclusão, não somos os mesmos de ontem, e, conseqüentemente, não seremos os mesmos amanhã. Não nos entregamos a uma relação, ou ao trabalho, em termos profissionais, da mesma maneira que no momento antecedente, porque podemos ter acrescido aos nossos sentimentos outros, bons ou ruins, e eles influenciarão no nosso relacionamento e atitudes, para melhor ou para pior.

Seria loucura dizer que mudamos a cada minuto? Não. Temos uma certa estabilidade (prefiro dizer isso a controle), mas ela também é mutável.

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Indicadores de Performance: Um aliado da organização

Indicadores de Performance: Um aliado da organização

Tudo aquilo que é medido pode ser melhorado, discutido e reforçado e, tudo que pode ser melhorado pode trazer grandes resultados para a organização.

É por isso que dentro do planejamento estratégico de uma empresa, uma das ferramentas mais importantes para mensurar resultados e o desempenho da companhia são os Indicadores de Performance.

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É óbvia a importância das boas relações no trabalho?

É óbvia a importância das boas relações no trabalho

Tem-se falado muito da importância da competência em relacionamento interpessoal na organização para a liderança ética, motivadora, eficaz e sobre equipes sinérgicas. Tudo isso para melhorar os resultados da organização e torná-la mais competitiva.

O discurso parece lógico e geralmente vem alicerçado por inúmeros argumentos aparentemente irrefutáveis. Portanto, a expectativa seria de que os livros editados na área, os treinamentos, as discussões acaloradas em congressos, os seminários e inúmeras outras ações nesse sentido seriam elementos provocadores de mudanças culturais e sociais significativas. Mas, isso não é o que se vê na prática da maioria das organizações. Há poucos dias, eu conversava sobre manter a boas relações no trabalho e alguém perguntou: “o que ocorre com os relacionamentos organizacionais, que pouco evoluem para serem saudáveis e maduros?” Essa pergunta gerou algumas reflexões as quais quero partilhar com você.

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Porque Empresas perdem Clientes! – Entrevista por Carlos Basso

Porque Empresas perdem Clientes

Entrevista concedida pelo consultor Carlos Basso à Revista Target

Se você já foi a um restaurante e quase saiu sem pagar a conta por causa do péssimo atendimento ou entrou em uma loja e teve a impressão que o vendedor fez um favor ao atender você, leia essa matéria. Situações como essas são bastante comuns no estado e o problema é percebido por moradores, turistas e visitantes. Na sociedade atual, onde a concorrência é cada vez maior, a qualidade no atendimento ao cliente se torna um diferencial. Se um turista é mal tratado aqui, provavelmente irá procurar outro lugar para passar as férias, o que significa uma perda econômica para o estado. Identificado o problema, qual seria a solução e por onde começar?

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