Treinamento in company · turma fechada

Treinamento de Papel do Líder na Formação, Retenção de Talentos e Planos de Sucessão

Turma fechada, com o conteúdo ajustado às posições-chave e à política de carreira da sua empresa.

Quando o RH pergunta a um gestor quem poderia assumir a área dele, a resposta mais comum é que ninguém está pronto ainda. Às vezes é verdade. Às vezes é o gestor que não consegue enxergar potencial em quem está do lado dele, ou não quer. Distinguir uma coisa da outra é onde este treinamento começa.

Alinhamento prévio com nossos consultores sem custo adicional

O Treinamento de Papel do Líder na Formação, Retenção de Talentos e Planos de Sucessão da CR BASSO é um programa in company para gestores e líderes responsáveis por identificar talentos com vistas ao plano de sucessão e por facilitar o plano de carreira dos próprios colaboradores. A carga de referência é de 16 horas, e ela é ajustada ao projeto de cada empresa. O programa trata do plano de sucessão como processo estratégico e do plano de carreira como processo contínuo, do reconhecimento de fortalezas e limitadores para o desenvolvimento de carreira, do alinhamento entre gestor e área de RH na gestão de talentos, dos desafios de gerenciar diferentes gerações e diferentes expectativas de equilíbrio entre trabalho e vida, da promoção de oportunidades de crescimento com retenção de talentos, incluindo teorias motivacionais aplicadas à retenção, fatores que afetam a permanência, ascensão profissional e reconhecimento do capital humano, e dos modelos e práticas de gestão de talentos, com atração, formação, avaliação de performance, política de remuneração e clima organizacional. A abordagem é andragógica e construtivista, com instrumentos comportamentais, estudos de caso, jogos, dinâmicas de grupo e vídeos. Está disponível nos formatos presencial, online ao vivo transmitido do nosso estúdio de TV, ou híbrido.

Cinco perguntas que o RH faz e que costumam receber a mesma resposta.

  1. Quem da sua equipe poderia assumir a sua posição se você mudasse de área amanhã?

    "Sinceramente, ninguém ainda."

  2. E se olharmos com dois anos de preparo pela frente?

    "Talvez, mas eu teria que acompanhar de perto o tempo todo."

  3. Que conversa de carreira você teve com essa pessoa nos últimos seis meses?

    "A gente fala bastante no dia a dia."

  4. Por que o profissional que saiu no mês passado pediu demissão?

    "Recebeu uma proposta melhor, não tinha o que fazer."

  5. Quais tarefas suas alguém da equipe já poderia estar fazendo hoje?

    "Essas específicas só eu consigo resolver."

Um gestor pode estar sendo realista, e a equipe de fato não estar pronta. Outro pode simplesmente não conseguir enxergar potencial ao lado dele. As duas situações produzem o mesmo relatório de sucessão em branco, e só a segunda se resolve com desenvolvimento da liderança. Separar uma da outra é o primeiro trabalho do programa.

O que o gestor passa a enxergar e a fazer com a própria equipe.

A abordagem é andragógica e construtivista, com instrumentos comportamentais, estudos de caso, jogos, dinâmicas de grupo e vídeos, ajustados às posições-chave da empresa a partir do briefing.

Assume a responsabilidade de formar sucessores

O plano de sucessão tratado como processo estratégico, com a gestão de talentos das pessoas identificadas como potenciais. É o bloco que confronta a ideia de que desenvolver alguém é abrir mão do próprio lugar.

Reconhece fortalezas e limitadores de cada pessoa

Instrumentos para avaliar o desenvolvimento de carreira de forma estruturada, no lugar da impressão de que alguém está ou não está pronto.

Conduz plano de carreira como processo contínuo

Carreira tratada como conversa que acontece ao longo do ano, e não em uma janela anual, facilitando o acesso de pessoas com potencial a postos-chave.

Entende o que de fato retém um talento

Fatores que afetam a retenção, teorias motivacionais aplicadas ao tema, oportunidades de ascensão e reconhecimento do capital humano, que costumam pesar mais do que a proposta que veio de fora.

Lida com gerações e expectativas diferentes

Estratégias para gerenciar diferentes gerações no trabalho e as diferentes expectativas de equilíbrio entre trabalho e vida, que hoje convivem na mesma equipe.

Trabalha alinhado ao RH, não em paralelo

O alinhamento entre gestor e área de recursos humanos na gestão de talentos, passando pelos modelos e práticas que sustentam o processo, de atração e avaliação de performance a remuneração e clima.

Empresas que já capacitaram suas equipes com a CR BASSO

Logo Hapvida, cliente CR BASSO Logo Eurofarma, cliente CR BASSO Logo Honda, cliente CR BASSO Logo Nivea, cliente CR BASSO Logo Modec, cliente CR BASSO Logo Leroy Merlin, cliente CR BASSO Logo Legrand, cliente CR BASSO Logo Marfrig, cliente CR BASSO Logo Aurora, cliente CR BASSO

Do briefing com o RH à turma treinada, em quatro passos.

  1. Briefing

    Conversa à distância com RH e gestores para entender as posições-chave, o que existe hoje de política de carreira e onde o processo de sucessão trava. Sem custo adicional.

  2. Customização

    Os estudos de caso e os instrumentos são escolhidos a partir desse retrato, para tratar as posições e os perfis que realmente estão em jogo na empresa.

  3. Treinamento

    Instrumentos comportamentais, estudos de caso, jogos, dinâmicas de grupo e vídeos, presencial, ao vivo do estúdio de TV ou híbrido.

  4. Avaliação e devolutiva

    No encerramento os participantes respondem à avaliação de reação, e a empresa recebe o resultado consolidado da turma.

Nossa média histórica nesse indicador é 9,39, em escala de 0 a 10.

Três desenhos possíveis, cada um com uma força diferente.

Presencial

Na sua empresa

Nosso especialista conduz a turma na sua unidade. Faz sentido neste tema, porque a conversa sobre quem está pronto na equipe exige confiança entre os participantes.

Híbrido

Parte na sala, parte ao vivo

O programa se divide em encontros. Uma parte acontece presencialmente na sua empresa e outra é transmitida ao vivo do estúdio. Com 16 horas de carga, essa divisão costuma facilitar a agenda dos gestores.

Três décadas desenvolvendo quem desenvolve pessoas.

9,39
nota média de reação dos participantes, em escala de 0 a 10
8×
eleita a melhor avaliada no segmento Consultoria de Treinamento
17 anos
consecutivos entre os 100 Melhores Fornecedores para RH do Brasil, pela Gestão RH
+100 mil
profissionais capacitados ao longo de 30 anos de atuação

Conheça todos os nossos números na página Por que a CR BASSO.

O que o RH costuma perguntar antes de fechar a turma.

O treinamento implanta o plano de sucessão da empresa?

Não, e vale deixar isso claro. O programa capacita os gestores a exercerem o papel deles no processo, identificar potenciais, reconhecer fortalezas e limitadores, conduzir carreira de forma contínua e atuar junto ao RH. O desenho da política, a definição das posições-chave e a implantação do processo são um trabalho de consultoria, com outro escopo e outra duração.

E se o gestor realmente tiver razão, e a equipe dele não estiver pronta?

Essa é uma das perguntas centrais do programa. Existe diferença entre uma equipe que de fato precisa de tempo e um gestor que não consegue enxergar potencial ao lado dele. O treinamento oferece instrumentos para essa avaliação ser feita com critério, o que ajuda nos dois casos, porque quando a lacuna é real ela passa a ter prazo e plano, em vez de ficar como impressão.

Como o programa trata o gestor que não desenvolve por medo de ser substituído?

De frente, e sem acusação. O material parte da constatação de que alguns gestores se julgam insubstituíveis ou acreditam que ninguém está à altura, e trabalha os benefícios da formação de sucessores tanto para a empresa quanto para a própria carreira de quem forma. Na prática, o gestor que não tem quem o substitua costuma ser o que menos se move na organização.

Faz sentido treinar os gestores se a empresa ainda não tem política de carreira formal?

Faz, com uma ressalva honesta. Boa parte do que retém talento está no que o gestor faz na rotina, conversa de carreira, delegação com desenvolvimento e reconhecimento. Isso independe de política formal. Mas se não houver nenhuma perspectiva estruturada de crescimento na empresa, o treinamento vai levantar expectativas que alguém precisará responder depois, e é melhor tratar disso no briefing.

Qual a carga horária, o tamanho da turma e o que a empresa recebe ao final?

A carga de referência é de 16 horas, normalmente distribuídas em dois dias, e ela pode ser reduzida ou ampliada conforme o desenho do projeto. O grupo costuma ter em torno de 20 pessoas, com formato adaptável para times menores ou maiores. Todo participante recebe certificado de conclusão da CR BASSO Educação, e a empresa recebe o resultado consolidado da avaliação de reação da turma.

Como funciona a proposta e o investimento?

O valor acompanha o formato, a carga definida e o tamanho do grupo. Preencha o formulário desta página descrevendo o cenário da equipe, e nossa equipe volta com uma proposta desenhada para esse caso, sem compromisso de contratação.

Conte quantas posições-chave da sua empresa hoje não têm um nome ao lado.

Descreva no formulário ao lado quantos gestores participariam e como está o processo de sucessão na empresa. Nossa equipe volta com uma proposta desenhada para esse cenário, sem compromisso.

Solicite uma proposta para sua equipe

Ao enviar, você concorda com nossa Política de Privacidade.