Curso de Relações Sindicais e Negociação Coletiva: greve declarada, acordo na mesa. A empresa está preparada?
8 horas ao vivo, com cases reais de negociação, transmitidas de estúdio profissional de TV
A maioria das empresas só descobre o que não sabe sobre relações sindicais quando o sindicato já está na porta. Contribuições que deveriam ou não ter sido descontadas, acordos coletivos que criaram obrigações inesperadas, uma ameaça de greve sem protocolo de resposta. Este curso prepara a empresa antes que o cenário force a improviso.
- 30
- anos de educação corporativa
- +100 mil
- profissionais capacitados
- 9,39
- nota média de reação (0 a 10)
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O Curso de Relações Sindicais e Negociação Coletiva da CR BASSO é um treinamento aberto de 8 horas, ao vivo, transmitido de estúdio profissional de TV, voltado a profissionais de RH, Departamento Pessoal, jurídico e gestores que participam de negociações sindicais. O programa cobre o sistema sindical brasileiro, as entidades sindicais e suas contribuições, a negociação coletiva após a Reforma Trabalhista com o que pode e o que não pode ser negociado, PLR e alternativas de remuneração, lay off, greve e locaute, e as estratégias para negociação de sucesso com cases reais de empresas. Próxima turma em 10 de setembro de 2026, com desconto para inscrições feitas com até 10 dias de antecedência.
Por que isso importa
As lacunas que só aparecem quando o sindicato já está na mesa
Relações sindicais é um tema que muitas empresas deixam para o jurídico externo ou para o departamento pessoal resolver na hora. Até que a situação exige uma decisão que ninguém sabe tomar:
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A contribuição assistencial pode ser descontada de não associados?
Depois da Reforma Trabalhista, a autorização passou a ser individual. Descontar sem a autorização devida gera passivo e abre frente de reclamação coletiva, mas muitas empresas ainda operam no modelo anterior sem perceber.
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O acordo coletivo criou obrigações que a empresa não mapeou?
Acordos e convenções têm validade, abrangência e conteúdo com efeitos que nem sempre são lidos além da cláusula de reajuste salarial. O que não foi aplicado pode aparecer em fiscalização ou em reclamação trabalhista anos depois.
-
O que a empresa pode fazer quando a greve é declarada abusiva?
Greve abusiva tem consequências jurídicas para o sindicato, mas a empresa precisa saber os procedimentos e os limites da sua resposta. Agir fora dos requisitos legais transforma a empresa de parte lesada em parte infratora.
-
O que é locaute e em que circunstâncias ele pode ser usado?
Poucos profissionais sabem que o empregador também tem instrumentos de pressão na negociação. O locaute existe, tem regras específicas e consequências para quem o usa fora delas.
-
A empresa tem PLR ou deveria ter?
PLR não é obrigatório, mas a negociação coletiva pode criar caminhos alternativos de remuneração variável. Não conhecer as alternativas é negociar com menos opções do que a lei permite.
O programa
Do sistema sindical à mesa de negociação
Quatro blocos que percorrem a estrutura sindical brasileira, as normas após a Reforma Trabalhista e os instrumentos práticos para negociar com preparo.
Entender como o sistema sindical funciona
Base territorial, categorias econômica, profissional e diferenciada, e a estrutura das entidades sindicais, da base ao topo, incluindo o que muda com a Reforma Trabalhista.
Saber o que pode e o que não pode ser negociado
A negociação coletiva tem limites que a Reforma redefiniu. Quem negocia sem conhecer esses limites pode criar obrigações que não pretendia ou deixar de usar prerrogativas que a lei permite.
Dominar as contribuições sindicais
Contribuição sindical, confederativa, assistencial e taxa associativa, com as mudanças pós-Reforma e as regras de autorização que definem o que pode ser descontado e de quem.
Tratar PLR com critério
O que é PLR, se é obrigatório, como funciona e quais são as alternativas de remuneração variável disponíveis na negociação coletiva, para não chegar à mesa com menos opções do que a lei oferece.
Conhecer greve e locaute por dentro
Procedimentos, requisitos, direitos e deveres dos grevistas, o que caracteriza abuso do direito de greve e o que é locaute, instrumento que a maioria dos gestores desconhece.
Negociar com estratégia e cases reais
Como avaliar uma crise, agir para conter o impacto e conduzir a negociação com método. Cases de empresas reais que passaram por situações de conflito e negociação com o sindicato.
01Sistema sindical brasileiro
A estrutura que organiza as relações entre empresas e trabalhadores no Brasil.
- Um breve panorama
- Base territorial
- Categorias: econômica, profissional e diferenciada
02Entidades sindicais e contribuições
Quem são os interlocutores e como são financiados, com as mudanças pós-Reforma que alteraram os desconto obrigatórios.
- Sindicatos, federações, confederações e centrais sindicais
- O novo sindicato surgido da Reforma Trabalhista
- Divergências sobre o custeio do sistema sindical
- Contribuição sindical, confederativa, assistencial e taxa associativa
- O que ainda pode ser descontado, questões sobre autorizações coletivas e como ficam após a reforma
- Garantias dos dirigentes sindicais, estabilidade e inquérito para apuração de falta grave
03Negociação coletiva após a Reforma Trabalhista
O que mudou na negociação, o que pode ser acordado e o que está fora dos limites da mesa.
- As novas negociações coletivas e os impactos para as empresas
- Legitimidade para negociar
- O que pode, o que não pode e o que não deve ser negociado
- Validade das normas, local e tempo de aplicação
- Tipos de diplomas coletivos: acordo coletivo e convenção coletiva de trabalho
- Participação nos Lucros e Resultados: PLR é obrigatório? Alternativas de remuneração
- Lay off: suspensão para requalificação profissional
- Diplomas coletivos que não devem ser aplicados
04Greve e locaute
Os instrumentos de pressão de cada lado da negociação e seus limites legais.
- Locaute: o instrumento de pressão do empregador
- Efeitos da greve nos contratos de trabalho
- Procedimentos e requisitos da greve junto à empresa
- Direitos e deveres dos grevistas
- Abuso do direito de greve
05A importância de estar preparado para negociar
Como agir quando a situação se instala, com base em casos reais.
- Imprevisibilidade e eclosão de situações inesperadas
- Avaliação da crise e ações para contenção
- Case de negociação
- Cases de empresas reais
Precisa da aprovação do RH ou do jurídico?
Baixe o programa completo e encaminhe para quem decide.
Turma e investimento
Um dia para não ser pego de surpresa na próxima rodada de negociação
Evento online e 100% ao vivo, transmitido do nosso estúdio de TV, com cases reais e interação em tempo real.
Próxima turma
10 de setembro de 2026
das 08h30 às 17h30
R$ 1.350
R$ 1.080
- Valor antecipado para inscrições com até 10 dias de antecedência
- Parcelamento em até 10x sem juros de R$ 108,00
- 8 horas ao vivo, transmitidas de estúdio profissional de TV
- Cases reais de negociação coletiva
- Certificado de conclusão CR BASSO
Como é participar
Consultora com vivência real em negociação coletiva, não só com a doutrina
Relações sindicais é um tema em que a teoria explica o quadro geral e os cases explicam o resto. O curso combina a base conceitual com cases reais de empresas que enfrentaram greve, negociação coletiva sob pressão e situações de conflito com o sindicato, e com uma consultora que esteve do lado da empresa nessas situações. Tudo ao vivo, de estúdio profissional de TV, com vocabulário acessível para quem não é da área jurídica.
- Cases reais de negociação coletiva e situações de greve, que trazem para a sala o que acontece quando a crise já está instalada
- Linguagem acessível para quem não tem formação jurídica, porque o público inclui gestores e profissionais de RH sem background em Direito
- Estúdio profissional de TV, com múltiplas câmeras e qualidade de imagem e som muito acima de uma videochamada comum
- Certificado CR BASSO emitido ao final, reconhecido no mercado corporativo
Quem já participou
A avaliação de quem passou pelo curso
"Superou minhas expectativas. Ótimo relacionamento com a equipe, domínio do assunto, experiência nos temas abordados e vivência da consultora que fez a diferença."
L. T. Briguet
Analista de T&D
"A palestrante demonstrou muito domínio do assunto e conseguiu passar as informações de maneira clara."
A. L. Gonçalves
Coordenadora de RH
"Treinamento de muita qualidade de áudio e vídeo sem interrupções. A professora muito preparada e didática, com vocabulário adequado para quem não é da área jurídica."
Cesar Luis Pinter
Gestor de Engenharia
"A participação dos integrantes agregou bastante ao curso e as abordagens da instrutora foram claras e objetivas."
Luciano Guzanski
Especialista ADM Pessoal
Para sua empresa
Negociação coletiva é decisão de time, não de uma pessoa
Quando chega a época da convenção ou quando o sindicato convoca uma reunião, a empresa precisa que RH, DP, jurídico e gestores falem a mesma língua. No formato in company, a CR BASSO monta uma turma exclusiva e trabalha os cases sobre o setor e os sindicatos com os quais a sua empresa efetivamente negocia. Agenda e número de participantes definidos com vocês.
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Por que a CR BASSO
Trinta anos preparando empresas para as conversas que não podem ir mal
- 9,39
- nota média de reação dos participantes, em escala de 0 a 10
- 4,8/5
- índice de indicação por clientes em pesquisa independente (FGV In Company)
- 8×
- eleita a melhor avaliada no segmento Consultoria de Treinamento
- 16
- anos consecutivos na lista dos 100 Melhores Fornecedores para RH
Todos os nossos indicadores estão na página Por que a CR BASSO.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre o curso de relações sindicais e negociação coletiva
O que se aprende no curso de relações sindicais e negociação coletiva?
O programa cobre o sistema sindical brasileiro, as entidades sindicais e suas contribuições pós-Reforma Trabalhista, a negociação coletiva com o que pode e o que não pode ser acordado, PLR e alternativas de remuneração variável, lay off, greve e locaute, e as estratégias de negociação com cases reais de empresas. A abordagem é prática e didática, com linguagem acessível para quem não tem formação jurídica.
Para quem esse curso é indicado?
Para profissionais de RH, Departamento Pessoal e jurídico, e gestores que participam de negociações sindicais ou que precisam entender como a convenção coletiva, o acordo coletivo e as contribuições sindicais afetam a operação da empresa. Não exige formação em Direito.
O que mudou nas relações sindicais com a Reforma Trabalhista?
A Reforma de 2017 alterou significativamente o que pode ser negociado em acordo e convenção coletiva, o peso do acordado sobre o legislado, as regras de contribuição sindical, que deixou de ser compulsória, e as condições para desconto de contribuições confederativa e assistencial. O curso dedica um bloco inteiro a essas mudanças e suas implicações práticas.
O que é locaute e por que o curso aborda esse tema?
Locaute é o fechamento temporário do estabelecimento pelo empregador como instrumento de pressão na negociação, o equivalente patronal da greve. É um recurso que poucos gestores conhecem, com regras específicas e consequências para quem o usa fora delas. O curso trata do tema porque negociar sem conhecer todos os instrumentos disponíveis significa negociar em desvantagem.
PLR é obrigatório? O curso esclarece isso?
Sim, esse ponto é tratado explicitamente. PLR não é obrigatório por lei, mas pode ser objeto de negociação coletiva e existem alternativas de remuneração variável que a legislação permite. O curso apresenta o tema com as opções disponíveis para que a empresa chegue à mesa com mais de uma possibilidade.
O que acontece com as contribuições sindicais depois da Reforma?
A contribuição sindical deixou de ser compulsória e passou a depender de autorização expressa e individual do trabalhador. As contribuições confederativa e assistencial têm regras próprias de autorização. O curso trata cada uma delas com o que mudou, o que permanece e os cuidados necessários para não gerar passivo por desconto indevido.
Qual a carga horária e como funciona o formato ao vivo?
São 8 horas de aprendizado intensivo em um único dia, das 08h30 às 17h30, transmitidas ao vivo do estúdio profissional de TV da CR BASSO. A produção dedicada e as múltiplas câmeras garantem qualidade de imagem e som muito acima de uma videochamada, com interação direta com a instrutora.
Dá para treinar a equipe inteira de RH e jurídico da minha empresa?
Dá, e nesse tema costuma fazer mais sentido, porque a negociação coletiva envolve RH, DP, jurídico e gestores ao mesmo tempo. No formato in company, a CR BASSO monta uma turma exclusiva e trabalha os cases sobre os sindicatos da sua categoria. Agenda e número de participantes são combinados com a equipe comercial. O formulário da seção "Para sua empresa" é o caminho mais rápido para receber uma proposta.
Garanta sua vaga
Na próxima rodada de negociação, a empresa chega preparada
Turma em 10 de setembro. Valor antecipado de R$1.080 para inscrições com até 10 dias de antecedência, em até 10x sem juros.
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